Nota de falecimento

VII Congresso Nac. APACs 495Caríssimos amigos e irmãos de apostolado

 

" Uma árvore tem esperança: mesmo que a cortem, ela volta a brotar e seus ramos continuam a crescer. Embora suas raízes envelheçam na terra e seu tronco esteja amortecido no solo, ao cheiro da água ela solta brotos e produz folhagem como planta nova." (Jó 14, 7-9)

Em nossa última reunião da FBAC, realizada no dia 25 de setembro, refletíamos um texto bíblico de cunho missionário (At 22, 1-21). Na oportunidade, falávamos da dimensão missionária do trabalho da FBAC e por conseguinte de seus integrantes. Uma missão além fronteiras, ad gentes, para todos os povos, para os presos do mundo inteiro.

Entretanto, na madrugada do dia seguinte, em um acidente de carro, nos despedíamos de maneira trágica do nosso funcionário VINICIUS SANCHES. Diligente motorista, amigo fiel e companheiro inseparável de todas as horas.

Percorremos milhares de quilômetros, estivemos em muitas APACs, reuniões e eventos. Juntos, enfrentamos cansaços, frio, calor, chuvas, perigos nas estradas.... Ele praticamente morou comigo durante dois anos e oito meses numa relação quase paternal. Com paciência, carinho e desvelo ajudou a cuidar de minha mãe acometida de Alzeimer. Acompanhei sua luta diária para crescer como pessoa, como cristão, como filho e como profissional.

Jovem, dinâmico, alegre e prestativo, acalentava em seu coração uma infinidade de sonhos. Nutria uma sede insaciável de Deus, a quem buscava com intensidade.

Lamentavelmente, em sua última viagem, me deixou para traz e partiu sozinho para os braços do Pai.

Amanhã estaremos completando 7 dias de sua partida para a casa Paterna.

Reze conosco este momento, e se desejarem, enviem uma pequena mensagem para os seus familiares que cuidaremos de encaminhar. Ele deixou sua mãe Irene, e suas três irmãs: Isabela, Amanda e Janaína.

Rezem pela equipe da FBAC e orem por mim pois estamos todos sofrendo muito.

 

Um fraternal abraço
Valdeci

Audiência Pública em Irupi/ES

Audiência pública em Irupi/ES, que irá discutir a implantação do Método APAC na comarca.

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Espírito Santo irá construir mais 10 APACs

Especial Workshop Apac 400 2

O plano de ação elaborado ao final do Workshop “Método Apac e o Espírito Santo”, na última sexta-feira (30), no auditório da Corregedoria Geral de Justiça, em Vitória, definiu que o Estado ganhará dez novas unidades desse modelo de reeducação de apenados pela Justiça. Anteriormente, haviam sido anunciadas cinco unidades, mas o interesse foi tão grande que a demanda dobrou ao final dos trabalhos.

“Houve uma grande receptividade da sociedade civil, que acorreu em massa ao workshop e formamos vários grupos para desenvolverem ações estratégicas de sensibilização das comunidades”, disse Marta Alves Pereira Passos, que faz parte do Grupo de Apoio e Promoção do Método Apac no Espírito Santo, sob liderança do juiz Marcelo Menezes Loureiro, coordenador das Varas de Execuções Penais do Estado.

As dez unidades que saíram definidas ao final do workshop serão instaladas em Vitória, Vila Velha, Guarapari, Cariacica, Serra, São Mateus, Cachoeiro de Itapemirim (feminina), Irupi, Linhares e Colatina. Todas essas cidades saíram com comissões com agendas semanais de encontros. Guarapari foi uma das surpresas, segundo Marta Passos: “Havia apenas três representantes, mas eles chamaram para si a responsabilidade da mobilização”.

O município de Vila Velha já começa a discutir a sua unidade, com uma reunião de trabalho coordenada por Marta Passos e Cristian Tatagiba nesta sexta-feira (4), na Igreja Fonte de Vida, na Rua Muqui 1137, em Itaparica. Essa reunião já definirá o possível local de instalação do Modelo Apac, que trabalha um conceito humanizado de prisão, com excelentes resultados de reintegração social, baixo custo financeiro e baixo índice de fugas.

O workshop da última semana atraiu lideranças da sociedade civil organizada de várias localidades do Estado, notadamente representantes das igrejas católica e evangélicas, empresários e conselhos de comunidades nos municípios onde existem presídios.

Implantada a primeira APAC do Rio Grande do Sul

Em assembleia realizada na noite de segunda-feira, 23, na escola "O Acadêmico" foi implantada a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), com a aprovação do estatuto da entidade e a eleição da primeira diretoria.

A APAC abrangerá os municípios da área da Vara de Execuções Criminais de Porto Alegre e vai auxiliar os poderes Judiciário e Executivo a gerir a execução penal, por meio da comunidade. Prestará atendimento e assessoramento aos condenados recolhidos ao Centro de Reintegração Social (CRS).

O trabalho para a constituição da APAC e construção do Centro de Reintegração Social começou em maio de 2012, a partir da proposta do Município. O prefeito Jairo Jorge acolheu o projeto e colocou a área à disposição.

No dia 10 de julho deste ano, uma audiência pública esclareceu dúvidas sobre o método APAC. O processo tem apoio das igrejas Católica e Assembleia de Deus.

A assembleia foi coordenada pelo presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia, deputado Jeferson Fernandes. Teve a participação do secretário de Segurança Pública e Cidadania de Canoas, Guilherme Pacífico; do juiz da Vara de Execuções Criminais, Sidinei Brzuska; promotor de Justiça Gilmar Bortolotto; defensor público Irvan Antunes Vieira Filho; procurador de Fundações do Ministério Público, Antônio Carlos Bastos; presidente da Comissão de Direitos Humanos da Procuradoria-Geral do Estado, Carlos Cesar D'Elia; representante da OAB/RS, Roque Reckziegel; presidente da OAB Canoas, Eugênia Reichert; representante do grupo de Capelães, Paulo Rech, e a coordenadora da Pastoral Carcerária da Igreja Católica, irmã Imelda Jacoby.

Confira a matéria na íntegra clicando aqui.

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Sejus e Corregedoria implantarão primeira APAC no Piauí

A Secretaria Estadual de Justiça, através da diretora de Humanização e Reintegração Social, Rosângela Queiroz, e o corregedor geral de Justiça, desembargador Francisco Antônio Paes Landim Filho, visitaram nessa terça-feira (24), a cidade de Campo Maior.

Na ocasião, eles estiveram reunidos com o prefeito do município, Paulo Martins, o diretor do Fórum de Campo Maior, Edson Alves da Silva, e com bispo Dom Eduardo Zielsk para discutir a implantação da primeira Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC) no estado do Piauí, especificamente na cidade de Campo Maior.

O prefeito Paulo Martins abraçou a ideia de implantação da APAC em seu município. "Colocamos a nossa administração à inteira disposição deste projeto que é sem dúvida de alto alcance social", enfatizou o prefeito.

O corregedor Francisco Antônio Paes Landim Filho afirmou que o modelo que será implantado em Campo Maior será inovador dentro do sistema prisional do Piauí.

"O sistema não é gerido pelo Estado ou pela iniciativa privada, e sim por voluntários", explicou o corregedor.

Recentemente, a Secretaria da Justiça enviou dois diretores ao estado de Minas Gerais para conhecer a exitosa experiência do método apaqueano de execução penal adotada naquela Unidade da Federação, em comitiva também composta pela Corregedoria Geral de Justiça, Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Arquidiocese de Teresina.

O método APAC busca a humanização no cumprimento da pena privativa de liberdade, instituída como pessoa jurídica de direito privado, mantida por meio de convênio firmado entre a Secretaria da Justiça e a Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (FBAC), com custo mensal do estado equivalente a um terço do valor que seria despendido para a manutenção do preso no sistema convencional.

Em estudos realizados pelo governo mineiro, estima-se que a reincidência entre os egressos das unidades APAC gira em torno de 15% enquanto no sistema comum alcança o percentual de 70%.

A casa de Detenção de Campo Maior, pelo projeto, possuiria capacidade para 130 presos, capacidade condizente com a recomendada pelo modelo apaqueano.

O 1º passo para a implantação da APAC no município de Campo Maior será a realização de audiência pública, seguida de um seminário, com data prevista para o período de 13 a 15 de dezembro próximo.

Dessa forma, a reunião que aconteceu nesta terça-feira teve como propósito, iniciar os trabalhos de articulação com a Prefeitura Municipal, a Diocese e Câmara Municipal, a fim de mobilizar toda a comunidade campomaiorense e garantir a ampla discussão sobre tão importante tema, como também acerca da participação da comunidade no processo de execução penal, no que diz respeito à forma humanista do método apaqueano.

Outro que também abraçou o projeto APAC, foi o bispo Dom Eduardo Zielsk. Ele disse que vai levar a ideia ao conhecimento de todos que fazem parte da diocese de Campo Maior e que pretende ajudar na conscientização da comunidade para que o projeto piloto seja instalado no município.

 

Fonte: Portal do Governo do Estado do Piauí

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