APACs superam a marca de um milhão de máscaras

As mãos que outrora, cometeram toda sorte de delitos e atos de violência, agora são mãos que manejam as máquinas de costura, as agulhas e os carreteis de linhas, produzindo máscaras de proteção contra a pandemia.

As APACs, em vários estados brasileiros, superaram a marca de produção de um milhão de máscaras faciais. Os trabalhos começaram de forma tímida, com poucos recursos, sem muita técnica ou maquinário. Entretanto, ao longo dos meses, com a contribuição de vários parceiros - Tribunais de Justiça, Instituto Minas pela Paz, Fundação AVSI, União Europeia, AngloGold, Ashanti, Cedro Têxtil, Brazil Foundation, SESC/MG, Conferência Episcopal Italiana, Banco Itaú e outros - portas foram se abrindo e as APACs se aperfeiçoaram e se profissionalizaram na arte de confecção de máscaras faciais.

Atualmente, mais de 500 recuperandos e recuperandas trabalham diariamente na produção, e as máscaras são doadas para secretarias municipais, hospitais, asilos, escolas, sistema prisional comum, instituições filantrópicas, igrejas, familiares dos recuperandos, funcionários das APACs, etc.

 

"Me sinto útil produzindo máscaras, porque sei que com este trabalho estou ajudando a preservar e a salvar vidas!" Disse um dos recuperandos que trabalham na confecção de máscaras.


Sobre a APAC

A APAC é uma entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, que aplica uma terapêutica penal própria, denominada «Método APAC». Ela é amparada pela Constituição Federal e pela Lei de Execução Penal. Possui seu Estatuto padrão, resguardado pelo Código Civil Brasileiro.
O objetivo da APAC é promover a humanização das prisões, sem perder de vista a finalidade punitiva da pena. Seu propósito é recuperar o preso, proteger a sociedade, socorrer as vitimas e promover a justiça restaurativa, reduzindo assim a reincidência no crime e a redução de custos. Sua filosofia é matar o criminoso e salvar o homem.

Atualmente no Brasil, mais de 50 APACs já administram o Centro de Reintegração Social sem o concurso da polícia e dezenas de APACs se encontram em diversos estágios de implantação.

 

 

Morre Dom Pedro Casaldáliga, grande apoiador das APACs

"Me marcou saber que Dom Pedro era uma pedra no sapato dos poderosos."

 

Aos 93 anos, faleceu na manhã deste sábado, 8 de agosto, o Bispo emérito da Prelazia de São Félix do Araguaia (MT), dom Pedro Casaldáliga. Dom Pedro, que foi um defensor dos direitos humanos e dos mais pobres, estava internado em um hospital de Batatais (SP) com insuficiência respiratória e agravamento do Parkinson.

Amigo de Dr. Mário Ottoboni, Dom Pedro visitou a APAC de São José dos Campos inúmeras vezes. Caminhava entre os recuperandos, dialogava, escutava, ajudava e celebrava com eles. "Aqui na APAC o Reino de Deus se concretiza, pois o cego vê, o surdo escuta e a liberdade é proclamada ao cativo." Afirmou Dom Pedro Casaldáliga em uma visita à APAC, em janeiro de 1998.

"Quando conheci Dom Pedro Casaldáliga, sua fama chegou primeiro: um homem que dava a vida pelos pobres. Me marcou saber que ele era uma pedra no sapato dos poderosos, que só pensavam em si. Eu estava com problemas sérios nos olhos. Quase não enchervaga. Tive a oportunidade de conversar com ele e explicar sobre minha situação, que já cumpria pena há anos e ainda estava longe de ganhar a liberdade. Dom Pedro era um homem que sempre se deixava tocar pela dor das pessoas. Comigo não foi diferente. Ele foi embora e depois de poucos meses recebi a notícia de que estava agendado para mim um transplante de córnea em Brasília. Foi graças a ele e seu empenho que consegui este transplante. É um dia triste hoje. Estou muito triste, triste, triste! Mas tenho certeza de que o céu está muito feliz. Todas as vezes que ele encontrar com Jesus, tenho a certeza de que irá dizer: 'lembre dos sofridos, lembre dos que são torturados.' Estamos juntos, irmão e companheiro, Dom Pedro Casaldáliga." Afirmou Roberto Donizetti, Diretor Executivo de Metodologia da FBAC.

Profeta diante das injustiças, amigo dos pobres, anunciador do Reino de Deus e fiel defensor dos direitos humanos, o exemplo de Dom Pedro Casaldáliga e sua dedicação sem medidas nos convoca a dar o melhor de nós mesmos, acreditar incondicionalmente na recuperação do ser humano e doar-nos inteiramente para esta missão.  

A FBAC e todas as APACs louvam a Deus pelo Dom da Vida de Dom Pedro Casaldáliga e sabe que, assim como Franz de Castro e Dr. Mário Ottoboni, Dom Pedro pode agora descansar em Paz no Reino de Deus, que tanto acreditou e anunciou para todos os povos. 

Biografia

Dom Pedro Casaldáliga nasceu em Balsareny, na província de Barcelona, na Espanha, no dia 16 de fevereiro de 1928. Ingressou na Congregação Claretiana (Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria) em 1943, sendo ordenado sacerdote em Montjuïc, Barcelona, no dia 31 de maio de 1952. Depois de ordenado, foi professor de um colégio claretiano em Barbastro, assessor dos Cursilhos de Cristandade e diretor da Revista Iris.

Em 1968, mudou-se para o Brasil para fundar uma missão claretiana no Estado do Mato Grosso, uma região com um alto grau de analfabetismo, marginalização social e concentração fundiária (latifúndios), onde eram comuns os assassinatos.

Foi nomeado administrador apostólico da prelazia de São Félix do Araguaia (MT) no dia 27 de abril de 1970. O Papa Paulo VI o nomeou bispo prelado de São Félix do Araguaia no dia 27 de agosto de 1971. Sua ordenação episcopal deu-se a 23 de outubro de 1971, pelas mãos de Dom Fernando Gomes dos Santos, Arcebispo de Goiânia, de Dom Tomás Balduíno, OP, e Dom Juvenal Roriz, CSSR.

 

Sua atividade como bispo teve as seguintes características:

1. Evangelização, vinculada à promoção humana e à defesa dos direitos humanos dos mais pobres;

2. Criação de comunidades eclesiais de base com líderes que sejam fermento entre os pobres;

3. Encarnação na vida, nas lutas e esperanças do povo;

4. Estrutura participativa e corresponsável na diocese.

 

Seu episcopado:

Como bispo adotou como lema para sua atividade pastoral: Nada possuir, nada carregar, nada pedir, nada calar e, sobretudo, nada matar. É poeta, autor de várias obras sobre antropologia, sociologia e ecologia.

Na década de 1970, ajudou a fundar o Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Dom Pedro foi alvo de inúmeras ameaças de morte. A mais grave, em 12 de outubro de 1976, ocorreu em Ribeirão Cascalheira (Mato Grosso). Ao ser informado que duas mulheres estavam sendo torturadas na delegacia local, dirigiu-se até lá acompanhado do padre jesuíta João Bosco Penido Burnier. Após forte discussão com os policiais, o padre Burnier ameaçou denunciá-los às autoridades, sendo então agredido e, em seguida, alvejado com um tiro na nuca. Naquele lugar foi erguida uma igreja.

No ano 2000, foi agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Estadual de Campinas. Em 13 de setembro de 2012, recebeu honraria idêntica da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

Dom Pedro, que sofria do mal de Parkinson, apresentou sua renúncia à Prelazia, conforme o Can. 401 §1 do Código de Direito Canônico, em 2005. No dia 2 de fevereiro de 2005, o Papa João Paulo II aceitou sua renúncia ao governo pastoral de São Félix. Dom Pedro Casaldáliga, o primeiro prelado de São Félix, foi sucedido por Dom Frei Leonardo Ulrich Steiner OFM.

Dom Pedro Casaldáliga nasceu em Balsareny, na província de Barcelona, na Espanha, no dia 16 de fevereiro de 1928. Ingressou na Congregação Claretiana (Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria) em 1943, sendo ordenado sacerdote em Montjuïc, Barcelona, no dia 31 de maio de 1952. Depois de ordenado, foi professor de um colégio claretiano em Barbastro, assessor dos Cursilhos de Cristandade e diretor da Revista Iris.

Em 1968, mudou-se para o Brasil para fundar uma missão claretiana no Estado do Mato Grosso, uma região com um alto grau de analfabetismo, marginalização social e concentração fundiária (latifúndios), onde eram comuns os assassinatos.

Foi nomeado administrador apostólico da prelazia de São Félix do Araguaia (MT) no dia 27 de abril de 1970. O Papa Paulo VI o nomeou bispo prelado de São Félix do Araguaia no dia 27 de agosto de 1971. Sua ordenação episcopal deu-se a 23 de outubro de 1971, pelas mãos de Dom Fernando Gomes dos Santos, Arcebispo de Goiânia, de Dom Tomás Balduíno, OP, e Dom Juvenal Roriz, CSSR.

Sua atividade como bispo teve as seguintes características:

Evangelização, vinculada à promoção humana e à defesa dos direitos humanos dos mais pobres;

Criação de comunidades eclesiais de base com líderes que sejam fermento entre os pobres;

Encarnação na vida, nas lutas e esperanças do povo;

Estrutura participativa e corresponsável na diocese.

Como bispo adotou como lema para sua atividade pastoral: Nada possuir, nada carregar, nada pedir, nada calar e, sobretudo, nada matar. É poeta, autor de várias obras sobre antropologia, sociologia e ecologia.

Na década de 1970, ajudou a fundar o Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Dom Pedro foi alvo de inúmeras ameaças de morte. A mais grave, em 12 de outubro de 1976, ocorreu em Ribeirão Cascalheira (Mato Grosso). Ao ser informado que duas mulheres estavam sendo torturadas na delegacia local, dirigiu-se até lá acompanhado do padre jesuíta João Bosco Penido Burnier. Após forte discussão com os policiais, o padre Burnier ameaçou denunciá-los às autoridades, sendo então agredido e, em seguida, alvejado com um tiro na nuca. Naquele lugar foi erguida uma igreja.

No ano 2000, foi agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Estadual de Campinas. Em 13 de setembro de 2012, recebeu honraria idêntica da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

Dom Pedro, que sofria do mal de Parkinson, apresentou sua renúncia à Prelazia, conforme o Can. 401 §1 do Código de Direito Canônico, em 2005. No dia 2 de fevereiro de 2005, o Papa João Paulo II aceitou sua renúncia ao governo pastoral de São Félix. Dom Pedro Casaldáliga, o primeiro prelado de São Félix, foi sucedido por Dom Frei Leonardo Ulrich Steiner OFM.

FBAC recebe doação de 1000 cestas básicas

A FBAC foi agraciada com a doação de 1000 cestas básicas pela FECOMERCIO. As tratativas tiveram início com Dr. Tomaz de Aquino, um dos conselheiros da FBAC e contaram com o apoio do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, através do Programa Novos Rumos, na pessoa do juiz-coordenador Dr. Luis Carlos Rezende e Santos.

 

O objetivo dessas cestas é a distribuição entre as famílias dos recuperandos das APACs de Minas Gerais, que estão em prisão domiciliar, em razão da pandemia do COVID-19. Atualmente 1000 recuperandos, de 35 APACs se encontram nesta situação.

É sabido que neste momento de pandemia, o país e o povo enfrentam muitas dificuldades, sendo a maior delas o desemprego. Se está difícil para todos, para o recuperando está ainda pior, pois ele recebeu o benefício da prisão domiciliar em tempos de isolamento social, o que o impede de trabalhar no meio externo, vivendo em seu cotidiano a ansiedade, incerteza e desesperança.

“Somos profundamente gratos à FECORMECIO, ao Dr. Tomaz de Aquino e ao TJMG por esta valiosa contribuição, que irá contribuir com recuperandos e seus familiares, mantendo a esperança e a certeza de que estamos juntos! Muito obrigado.” Afirmou Valdeci Ferreira, Diretor Geral da FBAC.

 

Enttrega das cestas básicas na APAC de Santa Luzia 

 

A FECOMERCIO


A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG) foi criada em 1938 pelos sete sindicatos filiados que têm sede na capital. Em conjunto com o Sesc, Senac e os sindicatos da capital e do interior, formam o Sistema Fecomércio MG, Sesc, Senac e Sindicatos. Essas são instituições interdependentes e que, juntas, oferecem uma grande rede de proteção e prestação de serviços e turismo em todo o estado.


A Fecomércio é uma entidade não-estatal, órgão máximo de representação do comércio mineiro, criada para orientar, coordenar, proteger, defender e representar as atividades e categorias econômicas do comércio do Estado. Fundada em 4 de dezembro de 1938, a Fecomércio MG possui o objetivo de fortalecer o setor do comércio de bens, serviços e turismo e desempenha uma série de funções para os seus representados em todo o Estado de Minas Gerais. Além disso, a entidade se faz ouvir em todos os níveis dos poderes constituídos, em articulação nacional com as demais federações estaduais que integram a Confederação Nacional do Comércio (CNC).


Saiba mais sobre a FECOMERCIO

FBAC realiza II Manhã de Oração de Jejum nas APACs

A FBAC realizou, no dia 5 de agosto, a II Manhã de Oração e Jejum nas APACs. Com a participação da FBAC e de todas as APACs do Brasil e também da Costa Rica, o evento contou com a participação de 3976 pessoas, dos quais 3311 recuperandos, 494 funcionários das APACs, 142 voluntários e 29 familiares.

Diante da pandemia, além de outras iniciativas, como confecção de máscaras, mutirão de limpesa urbana e reforma de hospitais, a Manhã de Oração visou motivar as APACs e renovar a esperança de todos envolvidos com o movimento apaqueano.

Momento de oração, reflexão e motivação, esta manhã deu continuidade à I Manhã de Oração e Jejum nas APACs, realizada no dia 26 de junho, com o tema: "Atravessando a noite com Jesus."

"Não há nada em nossa vida e em nossas realidades sem a presença do Senhor Jesus. Ele tudo pode transformar! Ele dá vida. Dá sentido. É alimento. É esperança. É alegria. É presença real! E com ele vamos seguindo rumo a Jerusalém, superando tudo e todos (que atrapalham a graça divina em nós), e a partir do chamado de Deus, vamos rumo a vitória. Pois Cristo é  ressurreição!" Disse Valdeci, Diretor Geral da FBAC.

 

A FBAC agradece imensamente todos que aceitaram a proposta, que participaram, que se colocaram em jejum e oração, que contribuiram para a realização deste evento. Com certeza, nosso movimento sai mais fortalecido e coezo desta Manhã de Oração. "Nada levamos desta vida, só o amor que plantamos para a eternidade." Mário Ottoboni

Apac de Patrocínio inaugura padaria e nova sala

Poucos meses depois de ganhar uma nova casa, a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) de Patrocínio, no Alto Paranaíba, tem mais um motivo para comemorar. Foram inauguradas nesta sexta-feira (31/07) a padaria e uma sala de laborterapia da unidade, abrindo mais uma oportunidade para os recuperandos se profissionalizarem e avançarem no caminho da ressocialização.

O juiz da Vara de Execuções Penais da comarca de Patrocínio, Bruno Henrique de Oliveira ressaltou que é preciso buscar, incessantemente, uma forma de reinserção do recuperando à sociedade, através de um tratamento digno, trabalho, convívio com a família.

“O trabalho se mostra indispensável para ajudar os recuperandos a saírem da Apac melhor do que entraram. Muitos deles se tornam excelentes profissionais e são encaminhados para empregos”, disse o magistrado.

Rotary e Rotaract Club

De acordo com o juiz da VEP de Patrocínio, a construção foi custeada com recursos de parcerias: a Apac da comarca se juntou ao Rotary Club e ao Rotaract Club de Patrocínio – Novas Gerações, entidades que doaram o valor para a construção da padaria, e o Judiciário, por meio de verbas de prestações pecuniárias, destinou o necessário para a cozinha e a despensa.

“Mais uma oportunidade de aprendizado e produtividade está à disposição dos recuperandos, que poderão fazer os produtos de panificação produzidos na própria unidade e fornecer para fora, o que é incrível”, destacou o juiz.

Padaria

O evento de inauguração da padaria da Apac teve público reduzido, para evitar a propagação do contágio pelo coronavírus. Foi servido um lanche, com os produtos produzidos pelos recuperandos.

A presidente da Apac local, Cleusa Maria e Silva disse que a parceria foi muito importante. “Aproveitamos o embalo da construção da padaria e da sala, fizemos também uma parte da cozinha que estava faltando. Os recuperandos que trabalharam na obra tiveram muita paciência e boa vontade com o trabalho”.

Estrutura

O prédio da Apac de Patrocínio tem três pavimentos e abriga aproximadamente 100 presos em 11 celas, que ficam no térreo, junto com o refeitório e área de marcenaria.

No segundo pavimento estão as salas de visita íntima, enfermaria, biblioteca, capela e as salas de aula para conclusão do ensino fundamental.

Uma ala menor, ao lado da cozinha, abriga os reeducandos do regime fechado, podendo acolher também recuperandos do sistema semiaberto.

Dentro da Apac, os recuperandos já produziam bloquetes para calçamento, blocos especiais curvos, objetos em madeira e peças em crochê. Eles ainda mantêm uma horta comunitária.

Fonte: Tribunal de Justição de Minas Gerais

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