APAC de Arcos comemora 1.000 dias com total disciplina

A APAC é um presídio humanizado baseado na valorização humana, na disciplina e na confiança. Com o objetivo de realizar um trabalho de excelência a APAC desenvolveu seu decálogo que são, mais que ideias, diretrizes que norteiam todo seu trabalho. Um dos pontos do decálolo é: "Disciplina com amor". 

Disciplina é a capacidade de seguir uma rotina diária intensa, que inicia às 6 da manhã e se encerra às 22 da noite. É também a capacidade de dialogar sempre que houverem problemas e desafios, para de forma pacífica, encontrar as soluções para os desafios do cotidiano. 

A APAC de Arcos celebra 1000 dias com total disciplina e sabe que somente com uma disciplina rígida, recuperandos poderão refletir e modificar seus futuros. Pautada no amor, não é uma disciplina cega, mas uma disciplina orientada, dialogada, em que recuperandos são protagonistas, se ajudando, se corrigindo e caminhando juntos. Que o Deus da Vida nos ajude a continuar nossa caminhada com a certeza de que tudo é obra Dele, somos apenas seus servos. Estamos juntos!

 

APAC de Paracatu sedia a I Jornada treino de Libertação com Cristo

A FBAC realizou, dos dias 13 a 16 de junho, na APAC de Paracatu, a I Jornada treino de Libertação com Cristo. Estiveram presentes os voluntários e funcionários das APACs de Araxá, Frutal, Ituiutaba, Paracatu, Patos de Minas, Patrocínio e Pirapora. Estiveram presentes também duas pessoas das APACs do Chile, que vieram aprofundar a metodologia APAC.

A jornada treino foi ministrada para 122 recuperandos da APAC de Paracatu, com o tema: "Não basta mudar a conduta, é preciso mudar a mentalidade." Durante a jornada, a FBAC encontrou-se com os voluntários e funcionários, a fim de explicar-lhes os vários elementos da Jornada de Libertação com Cristo, com o objetivo de capacitá-los para organizar e realizar a jornada em suas APACs.

A Jornada de Libertação com Cristo é um dos doze elementos do Método APAC. Consiste em um retiro espiritual, composto por quatro dias reflexão e oração. Com uma linguagem própria, recuperandos são confrontados consigo mesmos e provocados a realizar uma profunda reflexão sobre suas vidas, seus problemas, suas esperanças e seu futuro. 

Sr. Tobias, presidente da APAC de Paracatu e coordenador da Região disse: "Nós estamos muito felizes por realizar esta jornada. A regionalização das APACs é algo que pedíamos a tempo. Queremos com a regionalização padronizar os trabalhos das APACs, porque quando estamos juntos somos mais fortes. Essa jornada é um grande momento de encontro e união de nossas APACs, que irá nos ajudar muito em nossa caminhada e fortalecerá nossa região."

Segundo Arlete, assistente social da APAC de Pirapora, "este foi um grande momento de aprendizado e motivação para fazer melhor. Já participei de várias jornadas, sempre nos bastidores trabalhando, mas nunca tinha ouvido uma explicação para compreender profundamente o que era a jornada. Obrigado Valdeci e todos da FBAC por esta possibilidade."

Para Karoliny, encarregada de tesouraria da APAC de Patos de Minas, "o contato com os recuperandos foi muito bom. Percebo que há cada instante os recuperandos partilham mais profundamente e, depois de cada palestra, recuperandos são motivados a uma mudança profunda."

Karol, encarregada administrativa da APAC de Patrocinio disse: "este encontro foi muito bom mesmo. Se parece com outros retiros que já participei, mas é muito intenso e motivador. Estou muito feliz por ter participado."

"Agradeço a todos de Paracatu pela recepção e carinho com todos nós. A jornada foi indescritível." Com muita emoção, falou Bruno, encarregado de segurança da APAC de Araxá.

Senhor Irineu, plantonista da APAC de Ituiutaba, estava muito feliz e motivado. "Gostei demais de ter participado. Valeu a pena. Pude perceber como nossas diferenças podem ser colocadas a serviço da recuperação." 

A FBAC irá realizar 6 Jornadas treinos de Libertação com Cristo em 2019, sendo que cinco serão em Minas Gerais e uma será no Maranhão.

 

Visita de comandantes da PMMG à APAC de Santa Luzia

No dia 6 de junho os alunos do curso de Oficiais da Polícia Militar de Minas Gerais, que são comandantes e sub-comandantes de companhias em várias localidades de Minas Gerais, visitaram a APAC de Santa Luzia como parte da sua formação na Escola de Oficiais.
A Coronel Luciene Albuquerque, professora da turma, com o Tio Flávio, parceiro das APACs, acompanharam a visita, que foram recebidos por funcionários e recuperandos da unidade.
 A Coronel Luciene, que faz parte da primeira turma de mulheres da PMMG e é uma entusiasta de projetos ligados à humanização, ficou emocionada relatando um episódio da sua vida, em que foi feita refém numa penitenciária de Contagem, na década de 80. Ela ressaltou a importância de acreditar na mudança das pessoas e incentivar para que isso aconteça.

APAC de Cachoeiro do Itapemirim/ES tem nova diretoria

A APAC de Cachoeiro de Itapemirim/ES realizou, no dia 14 de junho de 2019, a Assembleia Geral Ordinária de Eleição da Diretoria Executiva da APAC feminina. Antes da eleição foi apresentada a prestação de contas para os membros fundadores e novos membros da instituição.

A seguir a comissão eleitoral apresentou a chapa inscrita conforme Edital 001/2019 e procedeu com a Eleição da Entidade. A chapa foi eleita por unanimidade por todos os presentes. Para concluir, Sr. Admeir, presidente eleito, apresentou para os presentes os membros da diretoria, que terão seu mandado de 14 de junho de 2019 até 14 de junho de 2021.

 

 

Composição da diretoria: 

Presidente: Ademir Torres;

Vice-presidente: Rosana Costa Santiago;

1° Secretário: André Santanal;

2° Secretário: Anderson Falcao Caldeira Torres;

1° Tesoureiro: Isaías Pastore;

2°Tesoureiro: Marcelino Cândido Pinto; 

 

Diretor Patrimônio:

Élio Carlos Silva de Miranda

 

Conselho Fiscal 

1° Titular: Mônica Sara Lopes Ribeiro  

2° Titular: Maria Paulina Mozer da Silva

3° Titular: Ubaldo Luiz Batista 

 

Suplentes Conselho Fiscal 

1° Suplente: Luiz Carlos Bergami 

2° Suplente: Paulo Augusto Carletti 

 

A APAC feminina de Cachoeiro de Itapemirim/ES foi fundada em 17 de maio de 2014. Atualmente está se articulando para construir o CRS e receber as prisioneiras para o cumprimento de pena em centro próprio. No entanto, a APAC feminina de Cachoeiro de Itapemirim/ES firmou convênio com o governo estadual para iniciar o Centro de Reintegração Social para homens. Desta forma, em setembro a APAC receberá os primeiros prisioneiros para cumprimento de pena em centro próprio.

 

APAC de Manhumirim é inaugurada

No dia 07 de junho (sexta feira), aconteceu a inauguração do Centro de Reintegração Social (CRS) da APAC de Manhumirim.

O evento contou com a presença de várias autoridades: o juiz auxiliar da Presidência do TJMG e coordenador do programa Novos Rumos, Dr. Luiz Carlos Rezende e Santos, representando o presidente do TJMG, desembargador Nelson Missias de Morais, o juiz da comarca de Manhumirim, Rêidric Victor da Silveira Condé Neiva e Silva. A solenidade contou ainda com a presença dos juízes de Timóteo, Daniel da Silva Ulhoa; de Ipatinga, Elimar Boaventura Condé Araújo; Manhuaçu, Vinícius Gomes Ristori; e de Laginha, Glauber Oliveira Fernandes. Esteve também presente o secretário adjunto de Defesa Social do Estado, Alexandre Leão. 

Estiveram representando a FBAC, dois membros de sua diretoria: Pastor Elan Tebas e Dra. Denise Rodrigues Oliveira, que é também presidente da APAC de Manhuaçu.

A presidente da APAC, Renata Elisa Portes Freitas Rocha, estava muito emocionada, relembrou a história da APAC, as dificuldades e as pessoas que trabalharam com entusiasmo e dedicação para que a APAC se tornasse realidade. "Nada é por acaso. Absolutamente nada. Por isso, temos que nos preocupar em fazer nossa parte da melhor forma possível. A vida nem sempre segue a nossa vontade, mas ela é perfeita naquilo que tem que ser."  Disse Renata durante o evento de inauguração.

Dra. Denise explicou que "a APAC de Manhuaçu estava presente e atuante durante o evento de inauguração. Percebemos que a APAC de Manhumirim será uma grande obra, que proporcionará a muitos homens, privados de liberdade, um caminho concreto de recuperação. Nos colocamos como APAC irmã, para contribuir e colaborar no que for necessário. Estamos juntos!"

Pastor Elan ficou impressionado com a cerimônia de inauguração: "Foi um grande evento, bem organizado, com a presença de muitas autoridades. A APAC de Manhumirim está muito linda e, certamente, irá permitir um excelente espaço de recuperação." 

O juiz da Comarca de Manhumirim, Rêidric Victor da Silveira Condé Neiva e Silva, comentou que teve seu primeiro contato com a Apac quando tinha 18 anos e ainda era acadêmico de Direito. “Foi o primeiro local de cumprimento de pena que conheci, e exatamente pela falta de comparação não consegui entender a beleza e a grandeza do trabalho. Pareceu-me natural ver pessoas sociáveis em um ambiente com higiene, sorrindo e vestidas com trajes comuns conversando comigo”. Só mais tarde, prossegue o magistrado, visitou um presídio convencional. “Aí, conheci a realidade do sistema carcerário. A falta de estrutura impede um trabalho com a amplitude das Apacs.”  A comparação passou a ser inevitável.

Dr. Luiz Carlos registrou a importância das Apacs, que não deixam de ser uma prisão, porque defendem o cumprimento da pena, mas procuram resgatar ou reconstruir o ser humano. No ambiente das Apacs, são oferecidas oportunidades de estudo, trabalho, reflexão, contato com familiares, acesso à saúde. “Todos esses elementos buscam a valorização humana”, disse. 

A APAC de Manhumirim, com capacidade para acolher 84 recuperandos foi construida com muito esforço da diretoria, que, primeiramente adquiriu um terreno. Com recursos provindos de parceria com o TJMG, representado então pelo Juiz da Vara de Execução Penal da época, Dr. Daniel da Silva Ulhoa, recursos provenientes de um show de prêmios realizado pela entidade em 2013 e recursos do MGI/Estado de MG, foi possível a construção da APAC de Manhumirim.

Atualmente existem 127 APACs em 11 Estados Brasileiros e no Distrito Federal, em diferentes estágios de implantação, sendo que 51 já administram a prisão sem polícia. Entre estas, 43 são unidades masculinas e 8 são unidades femininas. 

Com informações TJMG

 

O juiz da 2ª Vara Cível, Criminal, de Execuções Penais e do Juizado Especial Criminal da Comarca de Manhumirim, Rêidric Victor da Silveira Condé Neiva e Silva, comentou que teve seu primeiro contato com a Apac quando tinha 18 anos e ainda era acadêmico de Direito.

“Foi o primeiro local de cumprimento de pena que conheci, e exatamente pela falta de comparação não consegui entender a beleza e a grandeza do trabalho. Pareceu-me natural ver pessoas sociáveis em um ambiente com higiene, sorrindo e vestidas com trajes comuns conversando comigo”.

Só mais tarde, prossegue o magistrado, visitou um presídio convencional. “Aí, conheci a realidade do sistema carcerário. A falta de estrutura impede um trabalho com a amplitude das Apacs.”  A comparação passou a ser inevitável.

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