APAC de Porto Alegre inicia confecção de máscaras

A APAC de Porto Alegre/RS - Partenon, que tem como um de seus pilares a valorização humana, visando fomentar a qualificação profissional dos recuperandos, adquiriu máquinas de costura e matéria-prima para a fabricação de máscaras reutilizáveis de proteção ao enfrentamento do Coronavírus e a para confecção de lençóis para os alojamentos.

A aquisição foi realizada com recursos do Poder Judiciário, por meio da Vara de Execuções de Penas e Medidas Alternativas de Porto Alegre - VEPMA. O projeto se justifica de forma a utilizar a mão de obra prisional para prevenir os riscos de contaminação da COVID-19, oportunizando aos recuperandos ocupação produtiva, aprendizagem de novas habilidades manuais, fomentando a inclusão nas oficinas de produção voltadas ao bem coletivo da APAC e da sociedade de um modo geral, de forma a contribuir com a saúde pública e a higiene local. Esta nova atividade também evita a ociosidade enquanto durar a restrição das visitas dos familiares e dos voluntários da APAC, em razão da pandemia de coronavírus.

Nesta sexta-feira, dia 03 de Julho de 2020, recebemos as máquinas de costura e matéria-prima, dando início oficialmente a Oficina de Corte e Costura na APAC de Porto Alegre.

Neste sentido, agradecemos a sempre presente parceria do Poder Judiciário com a implementação do método APAC no Rio Grande do Sul, especialmente na nossa APAC Porto Alegre, na pessoa do Juiz Dr. Luciano André Losekann.

 

FBAC homenageia Des. Nelson Missias

No dia 25 de março, a Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (FBAC), homenageou o Des. Nelson Missias de Moraes, com a Comenda "Ordem do Mérito Penitenciário", outorgada pela FBAC, em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados à causa da recuperação do preso e contribuição ao processo de expansão e consolidação do Método APAC.

"Esta foi uma justa homenagem, pois Des. Nelson Missias não tem medido esforços para contribuir na edificação das APACs no Estado de Minas Gerais. Nos últimos anos contribuiu decisivamente para a ampliação das APACs, destinando recursos de Penas Pecuniárias, seja para a construção de novos Centros de Reintegração Social, seja para reforma daqueles que já estão em funcionamento, ou para aquisição de maquinários para as Unidades Produtivas. Queremos expressar a Des. Nelson Missias nossa profunda gratidão e eterna amizade."

A Comenda foi entregue, durante a inauguração da extensão do CRS da APAC de Patos de Minas, por Valdeci Ferreira, Diretor Geral da FBAC e Dr. Luiz Carlos Rezende e Santos, Jjuiz auxiliar da Presidência do TJMG, Coordenador do Programa Novos Rumos e Presidente do Conselho de Administração da FBAC.  

Des. Nelson Missias disse que se sentia honrado em receber a Comenda. "Eu participo desta metodologia APAC há mais de 20 anos. Ela é importante porque podemos devolver para a sociedade, as pessoas que dela saíram, muito melhores, porque aprendem um trabalho, uma profissão. Retornam para seus familiares e recomeçam suas vidas. Nas APACs acolhemos os prisioneiros e lhes damos uma segunda chance para reconstruir suas vidas." Disse Des. Nelson Missias. 

Em agosto de 2019, Des. Nelson Missias anunciou a liberação de R$ 19.163.800,00, provenientes de penas pecuniárias, para investimentos na construção, ampliação e manutenção de APACs no Estado de MG. Estes recursos foram destinados às APACs com objetivo de adquirir maquinários para as unidades produtivas, bem como para proporcionar construção e ampliação dos Centros de Reintegração Social.

Segundo Valdeci, estes recursos estão permitindo um aprimoramento da aplicação da metodologia no regime semiaberto das APACs beneficiadas, visto que através do maquinário proveniente destes recursos, recuperandos estão sendo profissionalizados e preparados para o mercado de trabalho em várias áreas: panificação, confeitaria, marcenaria, carpintaria, confecção de blocos e afins. Além disso, este recurso permitiu um aumento de vagas nas APACs já existentes e a inauguração de novas unidades.

Em agosto de 2019, Des. Nelson Missias anunciou a liberção de R$ 19.163.800,00, provenientes de penas pecuniárias, para investimentos na construção, ampliação e manutenção de APACs no Estado de MG. Estes recursos foram destinados às APACs com objetivo de adquirir maquinários para as unidades produtivas, bem como para proporcionar construção e ampliação dos Centros de Reintegração Social.

Segundo Valdeci, estes recursos estão permitindo um aprimoramento da aplicação da metodologia no regime semiaberto das APACs beneficiadas, visto que através do maquinário proveniente destes recursos, recuperandos estão sendo profissionalizados e preparados para o mercado de trabalho em várias áreas: panificação, confeitaria, marcenaria, carpintaria, confecção de blocos e afins. Além disso, este recurso permitiu um aumento de vagas nas APACs já existentes e a inauguração de novas unidades.

Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac e APAC produzem máscaras de pano para proteção contra a Covid-19

As máscaras são grandes aliadas para evitar a proliferação da Covid-19. Devido à importância desse equipamento, diversas ações estão sendo realizadas para reforçar, junto à sociedade, sua necessidade em tempos de pandemia. Entre elas, a determinação da obrigatoriedade de uso desse material em diversas cidades do mundo. No entanto, diante das desigualdades sociais, muitas pessoas não possuem condições de adquiri-las.

Pensando nisso, o Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac iniciou um projeto com a Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (APAC) em Minas Gerais, que está produzindo cerca de 100 mil máscaras de pano. Parte desse material ficará com a APAC e a outra será destinada para os 43 sindicatos filiados representados pela Fecomércio MG, que irão enviá-las para doação.

A construção dessa iniciativa só foi possível graças à disponibilidade de mão de obra dos internos da APAC e do Sistema, com o Sesc doando todo o material (tecido, linhas e elásticos) e emprestando 18 máquinas de costura para a confecção das máscaras. A ação com a APAC é apoiada pelo Instituto Minas Pela Paz, Brazil Foundation, Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (FBAC) e Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

A presidente interina da Fecomércio MG, Maria Luiza Maia Oliveira, explica que o Sistema já desenvolve há anos atividades sociais nas APACs do Estado. Entre elas, o apoio do programa Rede de Carreiras, um serviço gratuito prestado pelo Senac em Minas que auxilia profissionais e empresas em processos de recolocação e seleção para o mercado de trabalho.

“O Sistema Fecomércio MG tem atuação ampla no Estado, prestando auxílio ao empresário e à sociedade. Por isso, temos orgulho de fazer parte de projetos sociais. A APAC é um projeto maravilhoso e que apresenta bons resultados na recuperação e reintegração social. Com esse projeto de produção das máscaras, incentivamos a empatia e oferecemos oportunidade de acesso e uso de um equipamento de segurança essencial para este momento”, orgulha-se Maria Luiza.

Para o diretor de Programas Sociais, Serviços e Operações do Sesc em Minas, Grijalva Duarte, o projeto tem como objetivo ajudar tanto a sociedade civil como os internos da APAC. “O Sesc em Minas e as demais entidades que compõem o Sistema conseguem ser agentes de transformação social na vida desses internos e das pessoas em vulnerabilidade social, que não possuem condições de adquirir uma máscara”, enfatiza.

O gerente de Projetos do Instituto Minas Pela Paz, Enéas Alessandro Melo, considera que a ação solidária é uma forma dos recuperandos contribuírem com a sociedade em um momento tão delicado devido ao novo coronavírus. Ele ressalta ainda que o trabalho diferenciado feito pelas unidades da APACs em Minas está sendo reconhecido em outras partes do país. “O instituto trabalha na mobilização dos parceiros para qualificação profissional dos recuperandos e no fortalecimento das unidades produtivas das APACs. Com esse projeto, os internos conseguem praticar um ofício e auxiliar a comunidade”, explica Melo.

Participam da ação as APACs femininas de Conselheiro Lafaiete e Pouso Alegre, e as masculinas de Santa Luzia, Campo Belo, São João del-Rei, Manhuaçu e Caratinga.

Fonte: Sistema Fecomércio MG

APAC de Itapecuru Mirim recebeu máquinas para confecção de máscaras

A Associação de Proteção aos Condenados (APAC) de Itapecuru-Mirim recebeu, na quarta-feira, 1º de julho, máquinas e acessórios de costura para utilizar na produção de máscaras de proteção contra a Covid-19, que serão confeccionadas pelos recuperandos que cumprem pena na entidade e doadas para hospitais, creches, asilos, secretarias municipais, diversas entidades e para a população mais carente.


A APAC recebeu seis máquinas, duas overloques, uma galoneira, duas de costura reta e uma de corte, além de tecidos, tesouras e plásticos. O material foi adquirido com recursos da União Europeia, no valor de R$15 mil reais, por meio do Projeto “Humanizar a Pena, Promover a Vida”. O projeto foi lançado em São Luiz no dia 16 de junho. É uma parceria entre a Associação Voluntários para o Serviço Internacional (AVSI Brasil), a Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (FBAC), as Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (APACs) e a União Europeia, a fim de proporcionar recursos e condições para que as APACs possam contribuir no combate à pandemia.


“Eles ficaram muito animados e alegres por saberem que eles contribuem para salvar muitas vidas com a fabricação das máscaras e que a população fica agradecida”, declarou a vice-presidente da APAC e secretária municipal de saúde, Teresa Muniz, que recebeu os equipamentos.


“De fato, estou feliz porque essa atitude que tomamos tem alcançado famílias mais carentes de Itapecuru que não têm condições de comprar máscaras para se proteger". Disse um recuperando que cumpre pena na APAC.


Segundo a juíza da 2ª vara de Itapecuru-Mirim, Mirella Freitas, a ação tem auxiliado na mudança da percepção que a população tem das pessoas privadas de liberdade. “É preciso que não se veja a prisão como um espaço de vingança, mas sim como um espaço de regeneração do ser humano.”


A Campanha Humanizar a Pena, Promover a Vida foi lançada no dia 16 de junho, com o apoio do Tribunal de Justiça do Maranhão, Corregedoria Geral da Justiça, Escola Superior da Magistratura, Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (FBAC) e Secretaria Estadual e Administração Penitenciária (SEAP). Durante a campanha, a população foi informada sobre a metodologia APAC, modelo eficaz para ressocialização de apenados, com sete unidades instaladas nos municípios de São Luís, Imperatriz, Pedreiras, Timon, Itapecuru-Mirim, Bacabal e Viana.

 

Mais informções: TJMA e AVSI BRASIL

Fotografia: AVSI Brasil

 

Mantena inaugura primeira etapa de construção da APAC

A comunidade de Mantena, na região mineira do Rio Doce, deu um importante salto para o aprimoramento da Justiça criminal ao inaugurar no domingo (28/6) a primeira etapa da obra de construção da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) da comarca. A entidade tem um método de trabalho que prima pela humanização do cumprimento das penas.

O primeiro bloco inaugurado — um prédio que irá abrigar a área administrativa da unidade —, assim como uma segunda edificação, cuja obra deverá ser concluída dentro de dois meses, foram financiados pelo Judiciário mineiro, por meio de recursos oriundos de penas pecuniárias. O valor total repassado foi de R$ 800 mil.

“A criação de uma Apac é sempre bem-vinda em uma sociedade que prestigia a dignidade da pessoa humana. Estamos tentando sair de uma tradição de banimento dos condenados para uma época de resgate do ser humano, e a Apac tem uma ótima metodologia nesse sentido”, avalia o desembargador Júlio Cezar Guttierrez, que representou na solenidade o presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), desembargador Nelson Missias de Morais.

Entusiasta da metodologia apaquiana, o desembargador Júlio Cezar Guttierrez, que é supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) do Tribunal mineiro, teve papel importante nos esforços para a construção da unidade. Por isso, o bloco inaugurado conta com um auditório que foi batizado com o nome dele.

“Desde 2005, lutávamos para trazer uma unidade da Apac para Mantena, mas não conseguíamos. Foram muitas as dificuldades, e o desembargador Júlio Cezar Guttierrez veio se somar à nossa luta, tendo nos ajudado muito para essa conquista”, conta a presidente da unidade, Márcia Verly, explicando o motivo da homenagem.

Sobre a inauguração da primeira etapa da Apac de Mantena, a gestora declara que representa um passo importante para a realização de um antigo sonho. “Estamos caminhando aos poucos, e cada dia alcançamos um degrau. Agradeço a Deus por isso, pois o chefe é Ele; sou apenas uma funcionária que Ele escolheu para colocar aqui”, declara.

A gestora da Apac de Mantena lembra que a missão do método apaquiano é reintegrar à sociedade o ser humano que cometeu um crime. “Nós estamos aqui para estender a mão para esse preso, mostrar que ele é um ser humano e que é capaz de se recuperar”, ressalta.

De acordo com a presidente da unidade, a metodologia apaquiana busca oferecer uma nova vida e uma nova chance ao recuperando, mas os esforços vão além. “A Apac faz um trabalho muito bonito, que alcança também a família do réu e os familiares da vítima. Por isso, é uma honra para mim fazer parte disso”, declarou.

A UNIDADE

A Apac de Mantena terá um total de três blocos, construídos em um terreno com área de aproximadamente 25 mil metros quadrados. O primeiro bloco é o centro administrativo, inaugurado no domingo; o segundo, já em construção, será destinado ao regime semiaberto e terá 60 vagas; e o terceiro bloco, para o regime fechado, terá capacidade para 40 pessoas.

“Como a área onde a Apac de Mantena está sendo construída é muito extensa, nosso desejo é ter ali muitos espaços para o trabalho, como uma fábrica de blocos. Já temos também o projeto de uma horta, realizado por um engenheiro ambiental, para que ali possam ser produzidas hortaliças ao longo de todo o ano”, conta a presidente.

Entre outras possibilidades, ela cita também a expectativa de que o Centro de Reintegração Social (CRS), que leva o nome do idealizador da metodologia, o advogado Mário Ottoboni, abrigue também uma padaria e uma fábrica de móveis. O CRS é o espaço físico onde o método Apac ganha vida.

Ver mais: Portal TJMG

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