APAC de Macau - RN é referência dentro do Estado

APAC de Macau é referência no Rio Grande do Norte:

 

O trabalho desenvolvido pela APAC de Macau/RN é reconhecido pelos meios de comunicação do Estado, que possibilita o conhecimento por parte da sociedade do Rio Grande do Norte.

Desenvolvendo atividades artesanais e ligadas à música, a APAC trabalha a ressocialização de condenados (recuperandos) de forma humanitária. Contando com o apoio do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, a APAC busca celebrar uma parceria com o governo do Estado, de modo a garantir o custeio de despesas como funcionários, alimentação, etc., e com isto, uma aplicação da metodologia APAC de maneira mais eficiente e objetiva. 

Confira, abaixo, o link da reportagem:

 http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/bom-dia-rn/videos/t/edicoes/v/projeto-ajuda-na-ressocializacao-de-detentos-em-macau-rn/4335890/

 

APAC Macau

 

Lançamento do CD "HINOS DA APAC"

LANÇAMENTO DO CD – HINOS DAS APACs / Homenagem Dr. Mário Ottoboni

 

Acontecerá dia 14 de agosto de 2015, na igreja matriz de São José, na cidade de São José dos Campos – São Paulo, às 16h o lançamento do CD com os Hinos da APAC. As músicas serão apresentadas pelo Coral da APAC de Nova Lima, responsável pela gravação do CD. Na oportunidade serão prestadas homenagens ao Presidente Emérito das APACs, Dr. Mário Ottoboni, autor das músicas que integram o CD.
O convite para prestigiar o evento se estende à todos os envolvidos com a obra APAC, sejam eles funcionários, voluntários, familiares de recuperandos e ex-recuperandos de todo o Brasil, bem como autoridades e sociedade em geral ligados à questão da execução de pena e que acreditam na humanização da pena como forma de ressocialização mais objetiva com grandes resultados.
Confira todos os detalhes no convite abaixo:

Dr.Mário na FBAC 5

Lançamento CD - Hinos das APACs

APAC de Ituiutaba realiza curso de formação de Voluntários

Curso de Formação de Voluntários para a APAC está sendo realizado em Ituiutaba

 

Realizou-se no período de 21 a 24 de julho do ano corrente, o Curso de formação de Voluntários da APAC de Ituiutaba. Na abertura foi apresentado o histórico de como nasceu a APAC e sua expansão, seguido de palestra com o tema "A importância da comunidade na APAC", ministrado por Tomaz de Aquino Resende, presidente do Conselho Deliberativo da Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados – FBAC e procurador de Justiça do Estado de Minas Gerais.
Dr. Tomaz Aquino informou aos presentes sobre o funcionamento e o sucesso da APAC, mostrando como é importante a participação de todos nesta questão da execução penal. "É necessário que todos estejam cientes de como é o método APAC, seus resultados, como é o sistema comum e integrar esse processo de forma adequada com o conhecimento de causa", disse.
A APAC, segundo Dr. Tomaz Aquino, é a grande solução para a questão da execução penal e da diminuição da criminalidade. "É uma pena que não tenha evoluído mais, pois nos últimos 10 anos houve um crescimento fantástico, de 3 para 36 instituições em Minas Gerais, alcançando hoje 46 APACs no Brasil, mas mesmo assim, ainda é muito pouco, pois há 60 mil presos em Minas Gerais e somente cerca de 2.500 estão nas APAC", afirmou.
O juiz da Vara Criminal, Precatória, Infância e Juventude, Marcos José Vedovotto disse que a importância desse curso é a mobilização da comunidade. "A APAC é uma ONG sem fins lucrativos e ela é da sociedade como um todo, por isso a decisão de fazer esse curso é muito importante, pois trará conhecimento as pessoas relacionadas a escolas, alunos, professores, proporcionando um suporte para que essas pessoas se tornem voluntárias na instituição", ressaltou.
Dando continuidade ao curso, na quarta-feira, 22, deu-se início às aulas de conhecimento do método APAC, sendo estas ministradas pelo representante da FBAC, Rinaldo Cláudio Guimarães. No evento foram abordados questões de segurança, da Lei de Execuções Penais e dos 12 Elementos do Método APAC. O evento contou ainda com a colaboração dos advogados Pedro Vasconcelos e Leonardo Gonzaga que abordaram a questão dos direitos e deveres dos presos, mérito, progressão de regimes, distinção entre evasão, fuga e abandono. Também colaboraram como palestrantes o presidente da APAC, tenente Lúcio Paixão e a psicóloga da APAC, Mayara Carvalho que, respectivamente abordaram a inter-relação entre voluntários, recuperandos e autoridades, e a psicologia do preso.
O curso contou com a participação efetiva de 45 pessoas, de diversos segmentos da sociedade e que demonstraram compreender o chamado para a missão nesta obra cristã, chamada APAC.

Foto Oficial - Curso de Voluntários 2015

 

APAC Feminina de Cachoeiro do Itapemirim/ES - um sonho em ação

APAC FEMININA DE CACHOEIRO DO ITAPEMIRIM/ES em luta constante pela sua efetiva instalação.

 

Nesta sexta-feira(17/07) reuniram-se na sede da APAC de Cachoeiro do Itapemirim/ES (Unidade Masculina), o representante da FBAC, Rinaldo Cláudio Guimarães e os diretores da APAC Feminina de Cachoeiro do Itapemirim, liderados pela Presidente da entidade, Sra. Elisângela Altoé.
Na oportunidade discutiram as propostas de trabalho da entidade junto à comunidade de Cachoeiro, no tocante à conscientização da população sobre o trabalho de ressocialização das presas da região, apresentação do possível lote que será doado à entidade pelo Poder Público Municipal, etc..
Entre as diversas metas de trabalho discutidas, definiu-se que a equipe da APAC Feminina irá iniciar um trabalho de apoio às famílias das detentas, orientando-as no tocante ao processo de convivência familiar, principalmente, no que diz respeito à Dependência Química.
AMOR, CONFIANÇA E DISCIPLINA formam a base deste trabalho que se inicia com muita vontade por parte de toda equipe da APAC Feminina de Cachoeiro do Itapemirim/ES.

20150717 175712

Discurso do Papa Francisco durante visita ao presídio na Bolívia

Discurso do Papa durante visita ao Centro de Reabilitação Palmasola - Santa Cruz de La Sierra, Bolívia
Sexta-feira, 10 de julho de 2015


"Queridos irmãos e irmãs!
Não podia deixar a Bolívia sem vir ver-vos, sem deixar de partilhar a fé e a esperança que nascem do amor entregue na cruz.
Obrigado por me receberem. Sei que se prepararam e rezaram por mim. Muito obrigado!
Nas palavras de D. Jesús Juárez e no testemunho de quem falou, pude comprovar que a dor não é capaz de apagar a esperança no mais fundo do coração e que a vida continua a jorrar com força em circunstâncias adversas.
Quem está diante de vós? Poderiam perguntar-se. Gostaria de responder-lhes à pergunta com uma certeza da minha vida, com uma certeza que me marcou para sempre. Aquele que está diante de vós é um homem perdoado. Um homem que foi e está salvo de seus muitos pecados. E é assim como me apresento. Não tenho muito mais para lhes dar ou oferecer, mas o que tenho e amo quero dar-vo-lo, quero partilhá-lo: Jesus Cristo, a misericórdia do Pai.
Ele veio para nos mostrar, fazer visível o amor que Deus tem por nós. Por vós, por mim. Um amor ativo, real. Um amor que levou a sério a realidade do seus. Um amor que cura, perdoa, levanta, cuida. Um amor que se aproxima e devolve a dignidade. Uma dignidade, que podemos perder de muitas maneiras e formas. Mas, nisto, Jesus é um obstinado: deu a sua vida por isto, para nos devolver a identidade perdida.
Lembro-me duma experiência que nos pode ajudar. Pedro e Paulo, discípulos de Jesus, também estiveram encarcerados; também foram privados da liberdade. Nessa circunstância, houve algo que os sustentou, algo que não os deixou cair no desespero, na escuridão que pode brotar da falta de sentido: foi a oração. Pessoal e comunitária. Eles rezaram, e por eles se rezava. Dois movimentos, duas ações que geram entre si uma rede que sustenta a vida e a esperança. Sustenta-nos contra o desespero e incentiva-nos a prosseguir o caminho. Uma rede que vai sustentando a vida, a vossa e a das vossas famílias.
Porque uma pessoa, quando Jesus entra na sua vida, não fica detida no seu passado, mas começa a olhar o presente de outra forma, com outra esperança. A pessoa começa a ver com outros olhos a si mesma, a sua própria realidade. Não fica enclausurado no que aconteceu, mas é capaz de chorar e encontrar nisso a força para voltar a começar. E, se em determinados momentos nos sentimos tristes, mal, abatidos, convido-vos a fixar o rosto de Jesus crucificado. No seu olhar, todos podemos encontrar espaço. Todos podemos colocar junto d'Ele as nossas feridas, as nossas dores e também os nossos pecados. Nas suas chagas, encontram lugar as nossas chagas; para serem curadas, lavadas, transformadas, ressuscitadas. Ele morreu por vós, por mim, para nos dar a mão e levantar-nos. Conversem com os sacerdotes que aqui vêm, conversem... Jesus sempre nos quer levantar.
Esta certeza move-nos a trabalhar pela nossa dignidade. Reclusão não é o mesmo que exclusão, porque a reclusão faz parte dum processo de reinserção na sociedade. Há muitos elementos – bem o sei – que jogam contra este lugar: a superlotação, a morosidade da justiça, a falta de terapias ocupacionais e de políticas de reabilitação, a violência... Tudo isso torna necessário uma pronta e eficaz aliança interinstitucional para se encontrar respostas.
Mas, enquanto se luta por isso, não podemos dar tudo por perdido. Hoje há coisas que já podemos fazer.
Aqui, neste Centro de Reabilitação, a convivência depende em parte de vós. O sofrimento e a privação podem tornar o nosso coração egoísta e levar a confrontos, mas também temos a capacidade de os transformar em ocasião de autêntica fraternidade. Ajudai-vos mutuamente. Não tenhais medo de vos ajudar entre vós. O diabo procura a rivalidade, a divisão, os bandos; lutai para sairdes vencedores contra ele.
Gostaria de vos pedir que leveis a minha saudação às vossas famílias. É tão importante a sua presença e a sua ajuda! Os avós, o pai, a mãe, os irmãos, o cônjuge, os filhos. Lembram-nos que vale a pena viver e lutar por um mundo melhor.
Finalmente, uma palavra de encorajamento a todos os que trabalham neste Centro: aos seus dirigentes, aos agentes da Polícia Carcerária, a todo o pessoal. Realizam um serviço público fundamental. Desempenham uma tarefa importante neste processo de reinserção; tarefa de levantar e não rebaixar, de dignificar e não humilhar, de animar e não acabrunhar. É um processo que requer deixar a lógica de bons e maus para passar a uma lógica centrada na ajuda à pessoa. Gerará melhores condições para todos, porque um processo assim vivido dignifica-nos, anima-nos e levanta-nos a todos.
Antes de vos dar a bênção, gostaria que rezássemos uns momentos em silêncio. Cada um faça-o como sabe.
Por favor, peço-vos que continueis a rezar por mim, porque também eu tenho os meus erros e devo fazer penitência. Obrigado!

Other news

An angel interceding for us

23-02-2016

Valdeci I remember kindly our dear Glory. His unconditional love and his passion for the...

Read more

Outpatient care implementation in APAC of Caratinga

12-01-2016

Dr. Igor de Oliveira, respected doctor in our city of Caratinga for his humanitarian attitudes...

Read more

FBAC realises on-line meeting with Presidents of APACs

01-09-2015

It was realised in the night of this Monday (31/08/2015) the first meeting online between...

Read more

Partners

  • assmg.jpg
  • avsi.jpg
  • avsibrasil.jpg
  • FIAT.jpg
  • governoMA.jpg
  • governomg.jpg
  • melt.jpg
  • MinaspelaPaz.jpg
  • mpmg.jpg
  • Novos rumos.jpg
  • projetec.jpg
  • seapmg.jpg
  • senac.jpg
  • sociedadebiblicadobrasil.JPG
  • tioflavio.jpg
  • tjma.jpg
  • UE.jpg