FBAC REALIZA CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA PRESIDENTES E ENCARREGADOS DE TESOURARIA

Nos dias 26 e 27 de maio, a FBAC, em parceria com o TJMG, realizou o curso no auditório da Corregedoria do TJMG,  localizado à Rua Goiás, 253. O curso contou com a presença de 130 pessoas, representantes da FBAC e dos Estados de Minas Gerais, Maranhão, Paraná, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.

No primeiro dia do encontro, o Presidente do Tribunal de Justiça, Des. Nelson Missias participou pela manhã e acolheu os cursistas: “Sejam todos bem vindos para este curso. A APAC é hoje um modelo de sucesso, porque realmente recupera o indivíduo para a sociedade. Este encontro é muito importante, porque visa capacitar os gestores nas questões financeiras e os potencializar para administrar melhor suas APACs.”

Depois do momento de espiritualidade, o Juiz Auxiliar da Presidência do TJMG e Coordenador do Programa Novos Rumos, Dr. Luiz Carlos Rezende e Santos, proferiu Palestra intitulada “Ética nas APACs”. Segundo Dr. Luiz Carlos, “a APAC não é uma cadeia melhorada e cada um deve buscar se informar mais, conhecer a metodologia profundamente, dedicar-se à APAC com generosidade, não aceitar favores, seguir as leis e motivar todos os funcionários e voluntários. A APAC deve ser totalmente transparente. Não podemos esquecer que temos obrigações de prestar contas a qualquer momento, de todas nossas atividades, para todos os órgãos reguladores e fiscalizadores, tais como Tribunal de Justiça, Ministério Público, Conselho da Comunidade, FBAC, etc. É necessário buscar a transparência em primeiro lugar. As APACs estão crescendo muitíssimo e devemos presar sempre pelos valores, que nos orientam e conduzem.”

Vários órgãos parceiros da FBAC e APAC estiveram presentes no encontro, palestrando e orientando tesoureiros e gestores das APACs: a Diretoria de Custodias Alternativas (DCA) e o Tribunal de Contas de Minas Gerais.

Os representantes da DCA explicaram os vários aspectos da prestação de contas e deixaram claro que, antes de tudo, a DCA é parceira das APACs, que acredita na caminhada das APACs e quer contribuir para melhorar a parceria. Explicaram que a eles compete fiscalizar e apontar irregularidades, mas que se cada APAC fizer seu trabalho de forma planejada e organizada, provavelmente não haverá problemas. Deixaram claro a todos os participantes que sempre podem ligar, quando houver problemas ou dúvidas.

O Conselheiro do Tribunal de Contas, Sr. Durval Ângelo, este presente com toda a equipe da ouvidoria, e disse: “Sou apaqueano e isso é uma missão para mim. Por onde vou, falo das APACs e contribuo para divulgar a metodologia. Este encontro é o primeiro passo para iniciarmos esta parceria entre a Ouvidoria, a FBAC e as APACs. Poderemos ajudar as APACs assessorando individualmente uma APAC e também traçando estratégias para ajudar as APACs como um todo. Estou feliz de poder contribuir, junto com toda a equipe da ouvidoria. Ouvidoria significa, ‘ouvir’, para poder aconselhar e ajudar a caminhar melhor.”

O analista de controle externo do TCE, Gustavo Vidigal Costa, dissertou sobre o tema: “Prestação de contas pelas APACs,” esclarecendo aos participantes: “é dever de cada instituição prestar contas. O controle das contas das APACs serve para aperfeiçoar, otimizar, aumentar e melhorar a captação de recursos, para contribuir com a qualidade e excelência da aplicação da Metodologia APAC. Precisamos aprender a planejar. É trabalhoso. É difícil. Não é da cultura do Brasil. Porém é necessário.” E concluiu: "o principal objetivo desse encontro é a aproximação efetiva de vocês."

Para o Diretor Executivo da FBAC, Valdeci Antônio Ferreira, este encontro foi um marco na história das APACs, porque conseguiu reunir gestores de todos os Estados onde há APACs em funcionamento, além de tratar de temas pertinentes ao cotidiano da gestão financeira das APACs. “Agradeço principalmente ao TJMG, Des. Nelson Missias, por sua parceria e ajuda, sem a qual não conseguiríamos realizar este encontro. Agradeço à DCA e ao Tribunal de Contas. Agradeço à equipe da FBAC. Agradeço a todos vocês, presidentes e tesoureiros, que encontraram tempo para participar deste encontro. Esperamos, que ao regressar para suas APACs, possam estar animados a melhorar e buscar um trabalho de excelência.”

Atualmente no Brasil há, em 12 Estados, 127 APACs, sendo que 51 APACs já administram o Centro de Reintegração Social (CRS) e 76 estão em diferentes estágios de implantação.

 

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