Entrevista APACs em Notícias 3 - IMPP - Dr. Maurílio Pedrosa

Criado em 2 de Fevereiro de 2007, o Instituto Minas pela Paz (IMPP) é uma associação de direito privado, de fins não econômicos que, por meio de ações e projetos socioculturais, promove a paz, a cidadania e os direitos humanos.
A missão do IMPP é estudar e propor ao poder público, com uma abordagem empresarial, ações preventivas contra a escalada da violência, por meio de projetos consistentes e viáveis, estimulando as sugestões da sociedade para o exercício da defesa e da paz social. Também visa  promover a integração de projetos de sucesso desenvolvidos por entidades, empresas e governos e divulgar as melhores práticas de controle dos problemas de segurança.
O IMPP tem como sócios fundadores a Fiemg, Algar, Anglogolde, Arcelor, Cedro e Cachoeira, Cenibra, Fiat do Brasil, Gerdau, Samarco, Usiminas e V&M.
Além disso, há outras 21 sócias contribuintes: A&C, Alesat, Almart, Banco BMG, Cemig, Fidens, Grupo Rima, Grupo Pif Paf, Hospital Mater Dei, Irmãos Bretas, Petronas Lubrificantes, Líder, Localiza, Magnesita, MBR (VALE), MRV, Nextel, Santa Bárbara, SuperMix, Unimed e Vilma alimentos.
Assinado no dia 14 de Outubro de 2008, pelo Governador Aécio Neves, o projeto Regresso é um convênio de cooperação técnica para capacitação profissional de egressos do sistema prisonal do Estado.
Quem nos fala um pouco mais sobre o IMPP, projeto Regresso e a parceria com a FBAC é o Dr. Maurílio Pedrosa, gestor do IMPP.

 

Apac`s em Notícias: Sendo uma das mais recentes iniciativas do IMPP, o Projeto Regresso desperta na sociedade e nos egressos as melhores expectativas de reinserção social e construção da cidadania. Fale-nos um pouco mais sobre o que é o Projeto Regresso:

Dr. Maurílio Pedrosa: O projeto Regresso é a integração institucional entre o Governo do Estado de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado da Defesa Social (SEDS) e o Instituto Minas pela Paz em ações destinadas à qualificação para o mercado de trabalho e geração de emprego ao preso e ao egresso do sistema prisional de Minas Gerais, conforme dispõe a lei de execuções penais (no. 7210/84). O protocolo de intenções assinado em 14/10/2008 estabelece a intenção mútua das partes de promover estudos e desenvolver propostas tendentes a viabilizar a implementação do projeto.

Apac`s em Notícias: Como surgiu a parceria IMPP e FBAC?

Dr. Maurílio: A partir do momento em que o Conselho do IMPP decidiu conhecer a realidade das APACs e realizar um diagnóstico da situação das unidades. A FBAC, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e a SEDS nos abriram as portas e nos permitiram realizar a avaliação e a análise da metodologia para entender melhor o cotidiano das unidades. O diagnóstico foi realizado em quatro meses e teve a participação fundamental de um ex-recuperando que conhece profundamente as rotinas, os procedimenteos e possui vivências e relacionamento com todos os atores que defendem a causa da APAC. Sem esta colaboração, não teríamos a dimensão de todas as dificuldades e necessidades por quais as APACs passam atualmente.

Apac`s em Noticia: O que mais chamou a atenção do IMPP nas APACs?

Dr. Maurílio: A dignidade no tratamento ao recuperando, a metodologia e a filosofia de trabalho e , principalmente, o diferencial da participação dos voluntários, pois sem eles o método não teria o resultado alcançado que é retratado na redução dos índices de reincidência criminal.

 

A entrevista na íntegra você acompanha na edição 3 do APAC`s em Notícia aqui.

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