Aqui tudo é passageiro

O amor termina com a morte? Somente refletindo, com bom senso, vamos encontrar a resposta correta.
O amor de Deus pelos seus filhos é eterno.
Tudo o que é bom está ao alcance de todos, sem preconceito.
Somos iguais, e com essa visão, vislumbramos a eternidade do amor que é um bem inigualável, solução para todos os males!
Dia 14/01/2016 perdi a minha esposa Cidinha Ottoboni companheira leal e exemplar, por 54 anos e 6 meses. A separação é dolorosa. Entretanto, a compensação pela riqueza da herança deixada de bons exemplos, equivale a uma eternidade.
Certa vez escrevi que somos um dividido em dois. Quando morre um, a extensão da dor é abrangente de tal forma, causando a sensação, de que ambos foram juntos. Somente Deus, dispõe de recursos para nos confortar. Porem, se seus filhos desconhecessem os princípios da solidariedade e da misericórdia, desamparando quem sobreviveu, a perda poderá ser total.
Sem amor, condescendência, e fraternidade, o único remédio capaz de aliviar o sofrimento, é imprevisível.
Tudo o mais é efêmero e passageiro. Agradeço, sensibilizado a solidariedade, e as orações dos familiares, amigos e companheiros de ideal Cristão.
Que Deus nos ampare nessa caminhada que será percorrida por todos em igualdade de condições.
Os bons por onde passam deixam sinais de amor.
Para quem ama nada termina tudo começa.
Com gratidão e afeto.

Mário Ottoboni e familiares

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