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DIA DA MULHER

       Para ser justo na análise das virtudes da mulher, neste dia que lhe é consagrado, é indispensável ser depositário de experiência vivenciada, e observando valores incontestáveis. Nunca se desviar do contexto com observações esdrúxulas de casos isolados.
       Deus quando criou o homem, e em seguida, a mulher foi como nunca deixou de ser, perfeito.  Por melhor que seja o homem, difícil qualificá-lo como superior. Somos iguais em importância, se agirmos com responsabilidade.
       A mulher, por exemplo, dispensa o teste de D.N.A., cede o útero para desenvolvimento do feto, o alimenta durante a gestação até o nascimento. O homem contribui com a semente, mas cumpre a mãe cuidar do filho com zelo e amor até que venha a lume.
        E depois, quem o amamenta e cuida carinhosamente é a mulher. O homem nesse momento importante da vida fica paparicando por se sentir realizado como pai, e tem incontestável importância na tarefa em comum com a esposa, participar da educação desde o nascimento até que se torne capaz de auto administrar-se.
       A mulher, podemos assegurar, com absoluta convicção, adquirida no correr dos anos, tornar-se peça central, até pela legislação ditada pelo ser humano, dando preferência a mãe na guarda dos filhos.
       O carinho materno é incomparável. Assim quis DEUS, que tudo sabe e está acima de qualquer apreciação. Na APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados), nestes quarenta e três anos de atividades, deu-nos suporte capaz de avaliar com firmeza a mulher também no trabalho com os recuperandos (presos), que acabam por adotar como segunda mãe.
       E muitas supram as melhores expectativas, com adoção de medidas próprias da natureza feminina, especialmente quando tomam consciência da importância de estender a mão a aqueles que não foram gratos aquelas que lhe deram a luz do mundo.
       Muitas APACs foram e são administradas por mulheres conscientes da missão que Jesus lhes confiou: Estive preso e viestes me visitar.
       Neste dia dedicado a homenagear a mulher, associo-me prazerosamente, por justiça e testemunho de causa.
       Perdi o convívio de minha esposa há quarenta e cinco dias, depois de cinqüenta e cinco anos de convívio matrimonial responsável. É difícil a separação, mas, os dias salutares que vivenciamos valem por uma existência que não tem fim.
       Parabéns as mulheres que são gratas ao criador, dando testemunho que a vida é valorizada pelo valor que lhe damos.
       Tudo é efêmero, passageiro, menos o amor que semeamos que vai além do tempo na eternidade.
       Se fosse possível estender meus braços e beijar duas pessoas especiais, em homenagem as mulheres o faria, com enorme emoção, e sem hesitar a minha inesquecível mãe Maria, falecida há 24 anos, e a Cidinha, que marcou de bons exemplos a minha existência, legando moral, respeito e dignidade, especialmente aos seus filhos, e ex alunos aos quais lecionou por mais de vinte anos.
 
Mário Ottoboni
(O irmão e amigo leal de sempre)

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