FBAC acolhe e realiza curso para comitiva do AMAPÁ

A FBAC recebeu nos dias 13 a 17 de agosto uma comitiva do Amapá, composta pela presidente da APAC do Amapá, Maria Acirene Araújo da Costa, por Nilce da Silva Sobrinho, Eliana Pereira Aranha e Davi dos Santos Serrão. 

Além de participar do encontro de facilitadores do Programa "A Viagem do Prisioneiro", realizado na APAC de Nova Lima, no dia 13 de agosto, eles receberam um dia de curso sobre a Metodologia APAC, no dia 14 de agosto, na sede da FBAC, em Itaúna/MG e irão visitar algumas APACs nos dias seguintes. 

O objetivo da visita foi ver a metodologia APAC sendo aplicada in loco, além de receber treinamento da FBAC e dar passos para a consolidação do movimento apaqueano em seu Estado. A FBAC muito se alegra com essa visita e se coloca à disposição para contribuir na edificação das APACs no Estado do Amapá. Estamos juntos!

APAC SJDR realiza primeiro encontro de casais

Na quarta-feira, 07, a APAC de São João del-Rei promoveu o 1º Encontro de Casais. O evento foi realizado pela comissão de Família, composta por voluntários e funcionários (as) de ambas as unidades apaquenas da cidade.

A comissão idealizou o evento com o propósito de aproximar os casais, gerando um momento de conversa e de exposição da importância do relacionamento saudável para se ter uma família estruturada. Ao todo, 40 casais participaram desse primeiro encontro, sendo eles exclusivamente do regime fechado. As esposas e maridos dos internos e internas da APAC foram convidados pela comissão, tendo máxima adesão.

Estiveram presentes o Presidente da APAC de São João del-Rei, Antônio Carlos de Jesus Fuzatto, que acrescentou a importância do respeito e zelo na relação; Andressa Oliveira Lima Barbosa, estagiária de serviço social e coordenadora da comissão de família, que em nome de todos integrantes da comissão disse se tratar de um momento ímpar e que próximos encontros vão acontecer.

O próximo passo será a promoção do encontro nos outros regimes, abrangendo assim todos os internos e internas da APAC de São João del-Rei.

FBAC realiza capacitação para funcionários e voluntários na APAC de Araxá/MG

No período de 6 a 9 de julho/2018, a FBAC – Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados,  realizou no auditório  da APAC de Araxá/MG, o CURSO DE CAPACITAÇÃO E RECICLAGEM PARA FUNCIONÁRIOS, TÉCNICOS E VOLUNTÁRIOS DAS APACs. Foram 04 dias de estudo da metodologia APAC, troca de experiências e tomada de decisões bastante significativas para o aprimoramento da gestão administrativa da referida APAC. O Diretor Executivo da FBAC, Valdeci Antônio Ferreira, iniciou a semana, que foi concluída por Rinaldo Cláudio Guimarães, Ari de Jesus e Wellington Alves.

O curso foi focado na história das APACs, surgimento e expansão, na metodologia, explicação dos elementos fundamentais, nos procedimentos de acompanhamento de uma APAC, nas rotinas das APACs, comunicação, ética e transparência, sendo que o principal objetivo tem foi foi motivar os funcionários e contribuir para que realizem seus trabalhos com entusiasmo, alegria e profissionalismo. 

A FBAC agradece a participação do empresário de comunicação Edson Alves Oliveira, diretor da MELT COMUNICAÇÕES, que com grande propriedade abordou o tema “Comunicação nas APACs”, apresentando que é preciso ter uma perfeita comunicação inter-pessoal para gerir uma entidade como a APAC.

A FBAC também agradece imensamente à participação de Tio Flávio, do Projeto Tio Flávio Cultural, que, com suas palavras, conseguiu motivar todos os presentes a continuar acreditando na recuperação do ser humano e continuar realizando seu trabalho com alegria, dedicação e a certeza de fazer parte de um grande projeto.

Edson e Tio Flávio são ambos voluntários e não tem medido esforços para contribuir na caminhada das APACs. 

Muito apreciado pelos participantes, este curso é parte da estratégia da FBAC para profissionalizar a gestão das APACs. A FBAC pretende atingir 29 APACs até o final do ano, sendo que o curso é ministrado por 4 equipes. 

 

No período de 15 a 18 de maio/2018, a FBAC – Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados, através de seus colaboradores Rinaldo Cláudio Guimarães e Keila Mendes, realizou no auditório do regime Semiaberto da APAC de Alfenas o CURSO DE CAPACITAÇÃO E RECICLAGEM PARA FUNCIONÁRIOS, TÉCNICOS E VOLUNTÁRIOS DAS APACs. Foram 04 dias de estudo da metodologia APAC, troca de experiências e tomada de decisões bastante significativas para o aprimoramento da gestão administrativa da referida APAC.

Durante os 04 dias procurou-se tecer através das palavras chaves “AMOR – IDENTIDADE – UNIÃO – PASTOREIO” um verdadeiro pano de fundo para a cobertura de um trabalho profissional com sensibilidade cristã visto que a matéria prima do trabalho das APACs chama-se Recuperando e estes possuem uma força-motriz chamada “coração”.

Destaca-se também durante esses 04 dias de curso, a participação do empresário de comunicação Edson Alves Oliveira, diretor da MELT COMUNICAÇÕES que com grande propriedade abordou o tema “Comunicação nas APACs”, apresentando que é preciso ter uma perfeita comunicação inter-pessoal para gerir uma entidade como a APAC. Nesse contexto, o mesmo apresentou a Ferramenta Matriz EREC (Eliminar – Reduzir – Elevar – Criar) para que de maneira pessoal e coletiva a comunicação e o objetivo comum (Recuperação) possam ser de fato compreendidos por todos.

Recuperandos fazem a limpeza e constroem passarela na UEMG Frutal

Por meio de uma parceria entre a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados – APAC Frutal e a Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG Campus Frutal, 14 recuperandos contribuíram com a limpeza do complexo universitário que estava sujo e com o mato alto e construíram uma passarela de acesso. O mutirão contou também com a colaboração da Diretoria da Unidade Frutal, Prefeitura de Frutal, Sindicato Rural e empresários frutalenses.

Conforme explica o diretor da Universidade, Alisson Fugita, a iniciativa surgiu após a criação da Comissão Pró-UEMG, instituída como órgão consultivo do Ministério Público com o objetivo de acompanhar e de dar a destinação correta de tudo que foi feito no complexo. “Devido ao nosso baixo número de servidores do Estado, a Comissão propôs a união de esforços nestas ações”, informa.

Ao agradecer os diretores Célio Garcia e Paula Queiroz pela parceria, Alisson disse que os recuperandos fizeram um trabalho de excelente qualidade. “Essa ação proporcionou ainda a ressocialização do recuperando junto à sociedade”, destacou. Alisson lembrou também de outro projeto que já vem sendo executado em parceria com a APAC Frutal como as aulas e mini-cursos dentro da instituição, através do Curso de Tecnologia de Alimentos.

Frederico Alves da Silva, que atua no Centro de Pesquisa e Extensão da UEMG e que acompanhou de perto o mutirão e a obra, só tem elogios para a dedicação, a vontade e o esforço por parte dos recuperandos. Segundo ele, há dois anos o local necessitava de uma limpeza geral. “A gente fica sem palavras para descrever a dedicação deles”, reconhece.

O coordenador-administrativo da Universidade, Rigner Giovanni, também agradeceu a diretoria da APAC Frutal, afirmando que foi sensacional o trabalho e a qualidade do serviço prestado pelos recuperandos. Ele conta que eles se sentiram tão agradecidos também pela oportunidade de contribuir que um deles confessou que um dos sonhos é um dia fazer o curso Superior na UEMG Frutal.

(Zilma de Oliveira – Assessora de Imprensa APAC Frutal)

Formatura do Curso de Mecância acontece na APAC de Januária

A APAC de Januária realizou a cerimônia de formatura e a entrega dos certificados aos recuperandos que concluíram o curso de Mecânica  de Automóvel, realizado pelo SESI/SENAI, em parceria com o Instituto Minas Pela Paz, Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados e Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

O evento foi uma iniciativa da APAC para mobilizar parceiros para apoio às suas ações e, principalmente, gerar possibilidades de inserção profissional de recuperandos. Esse é um dos objetivos do Minas Pela Paz na execução do Programa Pró APAC. 

Ocorrido no dia 07 de agosto na APAC de Januária, o evento contou com a presença do juiz de execução da comarca, Juliano Carneiro Veiga, do promotor público, Franklin Reginato Pereira Mendes, e de autoridades do município, empresários e parceiros. 

Representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas de Januária firmaram parceria com a APAC que auxiliará os recuperandos em sua formação profissional, com a estruturação de currículos profissionais e preparação para entrevistas profissionais, além de promover o encaminhamento de egressos e recuperandos da APAC em possibilidades de entrevistas de empregos. 

Ao todo foram 30 aprovados e certificados no Curso de mecânica de automóveis SESI SENAI.

Texto e foto enviado por Enéas Melo, do Instituto Minas pela Paz

Evento no TJPR debate a importância e o futuro das APACs

Mais de 200 pessoas participaram na última sexta-feira (3/8) do evento “Diálogos sociais: o método APAC e o trabalho no estabelecimento prisional”, organizado pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do Estado do Paraná (GMF/TJPR) em parceria com a Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-9). O objetivo foi debater o sistema aplicado pela Associação de Assistência aos Condenados (APAC).

A abertura do encontro, realizado no Auditório Pleno do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), foi realizada pelo Presidente em exercício do TJPR, Desembargador Arquelau Araujo Ribas, que enfatizou a importância do trabalho desenvolvido em várias regiões do estado. “As APACs efetivamente vêm para nos ajudar e para ajudar toda a comunidade, pois por meio desse trabalho podemos devolver à sociedade uma pessoa responsável, capacitada e que possa efetivamente produzir.”

A Presidente Regimental do TRT-9, Desembargadora Rosalie Michaele Bacila Batista, destacou que o Brasil é o terceiro país com mais presos no mundo ao falar sobre a superlotação das penitenciárias e da exclusão social que os detentos vivem. “Diante dessa realidade é incontestável o trabalho efetuado pelas APACs, pois o método se sustenta na confiança, na rígida disciplina e na participação da comunidade. Além disso, o número de egressos que voltam a praticar crimes após passarem pela metodologia APAC é baixíssimo, de apenas 8%.”

O supervisor do GMF, Desembargador Ruy Muggiati, pontuou que o problema da execução penal afeta toda a comunidade e que debater a utilização da APAC é um grande avanço para melhorar as condições de ressocialização no estado e no país. “O maior benefício que vem das APACs é ensinar como se trabalhar na execução penal. Todas as pessoas que entram em contato com o sistema (APAC) já começam a aprender como se deve fazer a execução penal, passam a ter uma outra visão. Dentro da metodologia é aplicada a prática restaurativa, então nesse método há um conjunto de conhecimentos consolidados e que produzem resultados eficazes.”      

Desafios e perspectivas

Com o objetivo de resgatar a história da implantação da primeira APAC no estado, localizada na cidade de Barracão, o painel foi apresentado pelos magistrados Fernanda Orsomarzo e Claudio Camargo dos Santos e pelo Promotor de Justiça Gustavo Eloi Razera.

Os trabalhos na comarca de Barracão iniciaram em 2012 e, atualmente, a APAC de lá possui capacidade para atender 42 recuperandos. Estão em recuperação no local 32 detentos no regime fechado e semiaberto.

A Juíza de Direito designada para a coordenação do projeto APAC no Paraná, Fernanda Orsomarzo, disse que é muito fácil esquecer as pessoas que estão presas, porém salientou os diversos trabalhos realizados no estado. “Possuímos um presídio modelo, local onde os presos trabalham e estudam em consonância com o que determina a Lei de Execuções Penais. Ainda, cabe enaltecer os mutirões carcerários efetuados pelo GMF, sendo que o último (realizado em julho/2018) analisou mais de 2 mil processos e foram concedidos 1.053 benefícios. Não poderia deixar de ressaltar o sistema APAC, pois o índice de ressocialização atinge 90%, ou seja, é possível garantir direitos e cumprir com o que determina a Constituição.”

O magistrado Claudio Camargo dos Santos afirmou que “nós temos que abrir os olhos para essa realidade, o sistema está falido, não funciona e é extremamente violento. A APAC é uma das ferramentas que devemos utilizar, os resultados apresentados pelo sistema são concretos”.

Gustavo Eloi Razera, que atua como Promotor de Justiça da APAC em Barracão, explanou que a intenção da instituição não é tratar o preso com paternalismo. “Há uma especial preocupação com a participação do apenado em atividades laborais, ele deve entender a sua importância como fator produtivo na sociedade. Incentivamos o trabalho, a participação da família e o culto religioso para auxiliar na ressocialização.”

Experiência com a APAC

O Juiz da Vara do Trabalho de Ivaiporã, Cícero Ciro Simonini Júnior, falou sobre a sua experiência em cativar a comunidade local e construir um espaço para desenvolver as atividades da APAC na cidade. “Comecei sem dinheiro e apoio, logo a prefeitura municipal encampou a ideia e cedeu o terreno. Daí em diante, em março de 2017, iniciamos a reforma e hoje possuímos 42 vagas para reuperandos. A figura do Juiz tem o poder de construir com o auxílio da comunidade.”

O evento

O evento contou com a participação de convidados de outros estados, como o magistrado Luiz Carlos Rezende Santos, Juiz de Direito da Vara de Execuções Penais de Belo Horizonte (MG), que falou sobre a “Construção e expansão das APACs no Estado de Minas Gerais. Projeto Superando Fronteiras”.

Também esteve presente a Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Maria Tereza Uille Gomes, que tratou sobre “A questão carcerária no Brasil e no Paraná”. Segundo ela, o que diz respeito ao direito à ressocialização, o direito à educação e ao trabalho é um dos grandes desafios. “Devemos pensar em como vamos investir na qualificação profissional, em cursos e demais atividades que possam de fato proporcionar a ressocialização.”

Fonte: TJ Paraná

Evento no TJPR debate a importância e o futuro das APACs

Encontro reuniu cerca de 200 participantes de várias regiões do estado
Seg, 06 Ago 2018 18:23:00 -0300

Mais de 200 pessoas participaram na última sexta-feira (3/8) do evento “Diálogos sociais: o método APAC e o trabalho no estabelecimento prisional”, organizado pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do Estado do Paraná (GMF/TJPR) em parceria com a Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-9). O objetivo foi debater o sistema aplicado pela Associação de Assistência aos Condenados (APAC).

A abertura do encontro, realizado no Auditório Pleno do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), foi realizada pelo Presidente em exercício do TJPR, Desembargador Arquelau Araujo Ribas, que enfatizou a importância do trabalho desenvolvido em várias regiões do estado. “As APACs efetivamente vêm para nos ajudar e para ajudar toda a comunidade, pois por meio desse trabalho podemos devolver à sociedade uma pessoa responsável, capacitada e que possa efetivamente produzir.”

A Presidente Regimental do TRT-9, Desembargadora Rosalie Michaele Bacila Batista, destacou que o Brasil é o terceiro país com mais presos no mundo ao falar sobre a superlotação das penitenciárias e da exclusão social que os detentos vivem. “Diante dessa realidade é incontestável o trabalho efetuado pelas APACs, pois o método se sustenta na confiança, na rígida disciplina e na participação da comunidade. Além disso, o número de egressos que voltam a praticar crimes após passarem pela metodologia APAC é baixíssimo, de apenas 8%.”

O supervisor do GMF, Desembargador Ruy Muggiati, pontuou que o problema da execução penal afeta toda a comunidade e que debater a utilização da APAC é um grande avanço para melhorar as condições de ressocialização no estado e no país. “O maior benefício que vem das APACs é ensinar como se trabalhar na execução penal. Todas as pessoas que entram em contato com o sistema (APAC) já começam a aprender como se deve fazer a execução penal, passam a ter uma outra visão. Dentro da metodologia é aplicada a prática restaurativa, então nesse método há um conjunto de conhecimentos consolidados e que produzem resultados eficazes.”      

Desafios e perspectivas

Com o objetivo de resgatar a história da implantação da primeira APAC no estado, localizada na cidade de Barracão, o painel foi apresentado pelos magistrados Fernanda Orsomarzo e Claudio Camargo dos Santos e pelo Promotor de Justiça Gustavo Eloi Razera.

Os trabalhos na comarca de Barracão iniciaram em 2012 e, atualmente, a APAC de lá possui capacidade para atender 42 recuperandos. Estão em recuperação no local 32 detentos no regime fechado e semiaberto.

A Juíza de Direito designada para a coordenação do projeto APAC no Paraná, Fernanda Orsomarzo, disse que é muito fácil esquecer as pessoas que estão presas, porém salientou os diversos trabalhos realizados no estado. “Possuímos um presídio modelo, local onde os presos trabalham e estudam em consonância com o que determina a Lei de Execuções Penais. Ainda, cabe enaltecer os mutirões carcerários efetuados pelo GMF, sendo que o último (realizado em julho/2018) analisou mais de 2 mil processos e foram concedidos 1.053 benefícios. Não poderia deixar de ressaltar o sistema APAC, pois o índice de ressocialização atinge 90%, ou seja, é possível garantir direitos e cumprir com o que determina a Constituição.”

O magistrado Claudio Camargo dos Santos afirmou que “nós temos que abrir os olhos para essa realidade, o sistema está falido, não funciona e é extremamente violento. A APAC é uma das ferramentas que devemos utilizar, os resultados apresentados pelo sistema são concretos”.

Gustavo Eloi Razera, que atua como Promotor de Justiça da APAC em Barracão, explanou que a intenção da instituição não é tratar o preso com paternalismo. “Há uma especial preocupação com a participação do apenado em atividades laborais, ele deve entender a sua importância como fator produtivo na sociedade. Incentivamos o trabalho, a participação da família e o culto religioso para auxiliar na ressocialização.”

Experiência com a APAC

O Juiz da Vara do Trabalho de Ivaiporã, Cícero Ciro Simonini Júnior, falou sobre a sua experiência em cativar a comunidade local e construir um espaço para desenvolver as atividades da APAC na cidade. “Comecei sem dinheiro e apoio, logo a prefeitura municipal encampou a ideia e cedeu o terreno. Daí em diante, em março de 2017, iniciamos a reforma e hoje possuímos 42 vagas para reuperandos. A figura do Juiz tem o poder de construir com o auxílio da comunidade.”

O evento

O evento contou com a participação de convidados de outros estados, como o magistrado Luiz Carlos Rezende Santos, Juiz de Direito da Vara de Execuções Penais de Belo Horizonte (MG), que falou sobre a “Construção e expansão das APACs no Estado de Minas Gerais. Projeto Superando Fronteiras”.

Também esteve presente a Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Maria Tereza Uille Gomes, que tratou sobre “A questão carcerária no Brasil e no Paraná”. Segundo ela, o que diz respeito ao direito à ressocialização, o direito à educação e ao trabalho é um dos grandes desafios. “Devemos pensar em como vamos investir na qualificação profissional, em cursos e demais atividades que possam de fato proporcionar a ressocialização.”

APAC de Paracatu realiza II Jornada feminina de Libertação com Cristo

A APAC de Paracatu realizou a II Jornada de libertação com Cristo feminina para familiares de recuperandos (mães, esposas,filhas e irmãs) com tema: Transformadas para modificar territórios.

A abertura inicial foi realizada pela Vice Presidente da APAC Evanir Soares da Fonseca. Em seguida o encarregado de segurança da APAC Silas Porfírio de Araújo, passou algumas orientações as jornadeiras e a palestra inicial foi feita por meio de uma peça teatral coordenada pela voluntária Luciana, sendo que os recuperandos do regime fechado foram os integrantes da peça de nome “O filho Pródigo”. 

A APAC de Paracatu contou com dezenas de voluntários e parceiros da APAC para realizar as mais diversas atividades, a fim de que a jornada se tornasse realidade. Agradecemos a todos que aceitaram ministrar as palestras e contribuir de diversas maneiras. Podem saber mais sobre cada momento da jornada clicando aqui. 

A Jornada foi encerrada com a Celebração da missa pelo bispo emérito de Paracatu/MG Dom Leonardo de Miranda, parceiro incansável das APACs. O agradecemos mutíssimo por sua amizade, incentivo e presença.

A Jornada Feminina de Libertação com Cristo é uma proposta da FBAC. Trata-se de um retiro espiritual voltado para as famíliares dos recuperandos e recuperandas (mães, esposas, filhas, irmãs, avós). Para saber mais contate a secretaria da FBAC (37) 3242-4225.

 

Oficina: Arte para mulheres em cárcere

Nos dias 23 a 27 de julho, a comunicadora Taís de Amorim Manoel realizou a oficina "Arte como Forma de Liberdade para Mulheres em Situação de Cárcere em São João del Rei", do Inverno Cultural. Participaram recuperandas e funcionárias da APAC Feminina. Através de dinâmicas, buscou-se trabalhar um mapeamento afetivo da internas e seus sentimentos. Agradecemos pelo projeto da Taís Amorim e pela parceria com a UFSJ - Universidade Federal de São João del-Rei.

Fonte: APAC SJDR

PORTO ALEGRE SEDIOU O SEGUNDO ENCONTRO DAS APACS DO RS

Ocorreu no dia 1 de agosto, no auditório do Foro Central de Porto Alegre (prédio II), o segundo encontro das Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (APACs). Foi um evento para debater os avanços e desafios para a implantação da metodologia APAC no Rio Grande do Sul. A filosofia da APAC consiste em um modelo diferenciado de prisão, buscando  promover a humanização das prisões, sem perder de vista a finalidade punitiva da pena. O objetivo é evitar a reincidência do crime e oferecer alternativas para a recuperação do condenado. O Rio Grande do Sul conta com uma unidade em Canoas e outra em Três Passos. Em Pelotas já existe uma APAC em fase de implantação e, recentemente, a APAC foi fundada em Porto Alegre, iniciando as obras para construção do CRS da APAC. 

Participaram do evento o procurador de Justiça Gilmar Bortolotto e o superintendente da Susepe, Ângelo Carneiro, juiz Alexandre Pacheco, deputado estadual Jeferson Fernandes, desembargadora Vanderlei Teresinha Tremeia Kubiak, presidente da APAC Porto Alegre, Isabel Cristina Oliveira, juízes da Vara de Execuções Criminais de Porto Alegre Sidnei Brzuska e Sonali da Cruz Sluhan, Mauro Mello, o juiz da VEC de Belo Horizonte Luiz Carlos Resende Santos, o promotor de Justiça de Minas Gerais Paulo Henrique Denicoli, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB, Roque Reckziegel, Presidente APACs Três Passos Padre Rudinei da Rosa, Presidente da APAC de Pelotas Leandro, Vice Presidente da APAC Canoas Patricia Couto e representantes da APAC de Palmeira das Missões
A organização e realização do evento foi feita pelas APACs-RS, com apoio da Comissão de Cidadania e Direitos humanos da Assembleia Legislativa, MPRS, Poder Judiciário Gaúcho e Governo do Estado.

A FBAC muito se alegra com esta notícia e se coloca à disposição para contribuir. Estamos juntos!

 

Informações enviadas por Mauro Mello, Comissão de Cidadania e Direitos humanos AL RS

 

 

 

Seminário de Estudos do Método APAC em Manhumirim reuniu dezenas de participantes

Nos dias 21 a 23 de julho a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados, APAC de Manhumirim realizou o II Seminário de Estudos e Conhecimento do Método APAC, no salão da Escola Municipal Carolina Júlia Pereira. O evento teve parceria com o Ministério Público, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais e a Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados, FBAC. A mesa de abertura contou com o Juiz de Direito da Execução Penal em substituição, Rick Bert Biglioni Guimarães, o defensor público Sérgio Pechara dos Santos, a presidente da APAC de Manhumirim Renata Elisa, o inspetor da FBAC Wellington Silva, o Pastor e presidente da APAC de Caratinga Elan Tebas, a vice-presidente da APAC de Manhuaçu Imaculada Dutra e Padre Marcos. Prestigiaram o Seminário, o pastor da Igreja Batista de Calvário, Frank Hudson Pimentel e a vice-presidente da APAC de Caratinga, Maria Inês.

Nos discursos, muitos relatos comoventes, histórias dos desafios enfrentados pelas APACs desde o início de suas formações. E um chamado para que mais voluntários abracem a causa em prol da ressocialização de quem cometeu erros, mas pode ter uma chance de ouro para se recuperar e fazer diferente. Parece impossível, mas o Método APAC consegue e tem provado isto em outras cidades onde o Método está em curso com alto índice de recuperação. Entre outros assuntos, os inscritos aprenderam sobre os 12 elementos fundamentais do Método, sua filosofia e sobre a importância da participação da comunidade na Execução Penal.

Em todos os dias do Seminário, ex-recuperandos deram depoimentos e mostraram que os erros ficaram para trás. Abrilhantando ainda mais o evento, já tão bonito diante da grande participação de voluntários que lotaram o salão, teve apresentação da Banda Novo Caminho, da APAC de Caratinga, composta por funcionários, voluntários e recuperandos. A presidente da APAC Renata Elisa falou, emocionada, que o Centro de Ressocialização de Manhumirim, sede da APAC está no final da construção e vai ser inaugurado em breve. “Não foi fácil, enfrentamos muitos desafios, mas agora estamos na reta final, porque tivemos apoio de toda a comunidade”, disse Renata. O evento contou, também, com a participação do cantor da Canção Nova, Eros Biondini e de voluntários e o Coral da APAC de Manhuaçu. Tanto a APAC de Caratinga quanto a de Manhuaçu, são parceiras junto a FBAC na consolidação do Método na Comarca de Manhumirim.

Fonte: Rádio Manhumirim e APAC de Manhumirim

APAC de Caratinga organiza visita de PMs

A APAC de Caratinga realizou um ciclo de vistas dos Policiais Militares à APAC. Os PMs sem as armas, adentraram o CRS e conheceram por dentro a metodologia. Está sendo um milagre. Até Agora mais de 60 policiais nos visitaram e sentiram de perto a nossa realidade: "do amor ninguém foge". A sociedade chegando junto para mudar a realidade.

Queremos agradecer à PM que acolheu a proposta e tem visitado a APAC. Com certeza, está sendo muito enriquecedor, tanto para os policiais, quanto para recuperandos, funcionários e todos que estão envolvidos no movimento apaqueano. "O presidente desta APAC está muito emocionado e convicto de que a Obra é de Deus!" disse Pr. Elan Tebas, que é o presidente da instituição. (Artigo escrito com testemunhos de Pr. Elan)

APAC de Timon/MA realiza I Jornada de Libertação com Cristo

A FBAC está participando, dos dias 26 a 29 de julho de 2018, da primeira Jornada de Libertação com Cristo da APAC de Timon/MA. Com o tema "Cristo liberta de todas as prisões", a jornada contou com a presença de 85 recuperandos. Participaram representantes das APACs do Maranhão: Itapecuru-Mirim, Imperatriz, Pedreiras, Viana e São Luiz. Para contribuir na concretização da jornada vários membros da FBAC participaram do evento: Valdeci, Beto, Maria Aparecida, Marcelo, Daniel, Rinaldo e Wellington.

 

"Estive aqui ano passado. Fiquei impressionado com a organização da APAC e prometi que estaria presente na primeira Jornada de libertação com Cristo. A caminhada desta APAC é um exemplo de superação, pois  foi construída com muita luta, esperança e dedicação. A FBAC se alegra com a trajetória das APACs do Maranhão, agradece ao poder público, ao Poder Juriciário, ao Ministério Público, aos padres, pastores e líderes religiosos e a toda a sociedade maranhense, que tem contribuído para a ampliação e consolidação do movimento apaqueano no Estado. Estamos juntos!" Disse Valdeci, Diretor Executivo da FBAC.

 

A Jornada de Libertação com Cristo é um dos 12 elementos do Método APAC. Trata-se de um retiro de 4 dias, que objetiva fomentar no coração do recuperando, uma auto-crítica e um encontro pessoal com o Cristo, que liberta e convida para uma nova vida. A FBAC orienta que cada APAC possa realizar sua Jornada de Libertação com Cristo e se coloca à disposição para contribuir na programação e organização do evento. 

A FBAC parabeniza a presidente da APAC, Sra. Socorro Machado, presidente da APAC, toda a diretoria, funcionários e voluntários por sua dedicação a esta causa. Nosso profundo agradecimento ao Juiz da Comarca de Timon, Dr. José Elismar Marques, e ao promotor Dr. Francisco Fernando, por sua presença e apoio. Estamos juntos!

 

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