APAC de Perdões inaugura sala de informática

APAC de Perdões recebe visita do Diretor Geral da FBAC, Valdeci Ferreira, e inaugura sala de informática!

A sala irá atender os alunos que irão cursar o Ensino Superior ,na modalidade EAD, em parceria a Faculdade Pitágoras. Serão 07 alunos, que irão cursar Empreendedorismo, Logística e Serviços Jurídicos.

Nosso agradecimentos aos parceiros e voluntários que doaram os computadores, Sra. Lívia Nonato, Prefeitura Municipal de Perdões e à FBAC - Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados, que em parceria com o Serviço Social do Comercio - SESC/MG, fizeram esta importante contribuição.

APACs superam a marca de um milhão de máscaras

As mãos que outrora, cometeram toda sorte de delitos e atos de violência, agora são mãos que manejam as máquinas de costura, as agulhas e os carreteis de linhas, produzindo máscaras de proteção contra a pandemia.

As APACs, em vários estados brasileiros, superaram a marca de produção de um milhão de máscaras faciais. Os trabalhos começaram de forma tímida, com poucos recursos, sem muita técnica ou maquinário. Entretanto, ao longo dos meses, com a contribuição de vários parceiros - Tribunais de Justiça, Instituto Minas pela Paz, Fundação AVSI, União Europeia, AngloGold, Ashanti, Cedro Têxtil, Brazil Foundation, SESC/MG, Conferência Episcopal Italiana, Banco Itaú e outros - portas foram se abrindo e as APACs se aperfeiçoaram e se profissionalizaram na arte de confecção de máscaras faciais.

Atualmente, mais de 500 recuperandos e recuperandas trabalham diariamente na produção, e as máscaras são doadas para secretarias municipais, hospitais, asilos, escolas, sistema prisional comum, instituições filantrópicas, igrejas, familiares dos recuperandos, funcionários das APACs, etc.

 

"Me sinto útil produzindo máscaras, porque sei que com este trabalho estou ajudando a preservar e a salvar vidas!" Disse um dos recuperandos que trabalham na confecção de máscaras.


Sobre a APAC

A APAC é uma entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, que aplica uma terapêutica penal própria, denominada «Método APAC». Ela é amparada pela Constituição Federal e pela Lei de Execução Penal. Possui seu Estatuto padrão, resguardado pelo Código Civil Brasileiro.
O objetivo da APAC é promover a humanização das prisões, sem perder de vista a finalidade punitiva da pena. Seu propósito é recuperar o preso, proteger a sociedade, socorrer as vitimas e promover a justiça restaurativa, reduzindo assim a reincidência no crime e a redução de custos. Sua filosofia é matar o criminoso e salvar o homem.

Atualmente no Brasil, mais de 50 APACs já administram o Centro de Reintegração Social sem o concurso da polícia e dezenas de APACs se encontram em diversos estágios de implantação.

 

 

Morre Dom Pedro Casaldáliga, grande apoiador das APACs

"Me marcou saber que Dom Pedro era uma pedra no sapato dos poderosos."

 

Aos 93 anos, faleceu na manhã deste sábado, 8 de agosto, o Bispo emérito da Prelazia de São Félix do Araguaia (MT), dom Pedro Casaldáliga. Dom Pedro, que foi um defensor dos direitos humanos e dos mais pobres, estava internado em um hospital de Batatais (SP) com insuficiência respiratória e agravamento do Parkinson.

Amigo de Dr. Mário Ottoboni, Dom Pedro visitou a APAC de São José dos Campos inúmeras vezes. Caminhava entre os recuperandos, dialogava, escutava, ajudava e celebrava com eles. "Aqui na APAC o Reino de Deus se concretiza, pois o cego vê, o surdo escuta e a liberdade é proclamada ao cativo." Afirmou Dom Pedro Casaldáliga em uma visita à APAC, em janeiro de 1998.

"Quando conheci Dom Pedro Casaldáliga, sua fama chegou primeiro: um homem que dava a vida pelos pobres. Me marcou saber que ele era uma pedra no sapato dos poderosos, que só pensavam em si. Eu estava com problemas sérios nos olhos. Quase não enchervaga. Tive a oportunidade de conversar com ele e explicar sobre minha situação, que já cumpria pena há anos e ainda estava longe de ganhar a liberdade. Dom Pedro era um homem que sempre se deixava tocar pela dor das pessoas. Comigo não foi diferente. Ele foi embora e depois de poucos meses recebi a notícia de que estava agendado para mim um transplante de córnea em Brasília. Foi graças a ele e seu empenho que consegui este transplante. É um dia triste hoje. Estou muito triste, triste, triste! Mas tenho certeza de que o céu está muito feliz. Todas as vezes que ele encontrar com Jesus, tenho a certeza de que irá dizer: 'lembre dos sofridos, lembre dos que são torturados.' Estamos juntos, irmão e companheiro, Dom Pedro Casaldáliga." Afirmou Roberto Donizetti, Diretor Executivo de Metodologia da FBAC.

Profeta diante das injustiças, amigo dos pobres, anunciador do Reino de Deus e fiel defensor dos direitos humanos, o exemplo de Dom Pedro Casaldáliga e sua dedicação sem medidas nos convoca a dar o melhor de nós mesmos, acreditar incondicionalmente na recuperação do ser humano e doar-nos inteiramente para esta missão.  

A FBAC e todas as APACs louvam a Deus pelo Dom da Vida de Dom Pedro Casaldáliga e sabe que, assim como Franz de Castro e Dr. Mário Ottoboni, Dom Pedro pode agora descansar em Paz no Reino de Deus, que tanto acreditou e anunciou para todos os povos. 

Biografia

Dom Pedro Casaldáliga nasceu em Balsareny, na província de Barcelona, na Espanha, no dia 16 de fevereiro de 1928. Ingressou na Congregação Claretiana (Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria) em 1943, sendo ordenado sacerdote em Montjuïc, Barcelona, no dia 31 de maio de 1952. Depois de ordenado, foi professor de um colégio claretiano em Barbastro, assessor dos Cursilhos de Cristandade e diretor da Revista Iris.

Em 1968, mudou-se para o Brasil para fundar uma missão claretiana no Estado do Mato Grosso, uma região com um alto grau de analfabetismo, marginalização social e concentração fundiária (latifúndios), onde eram comuns os assassinatos.

Foi nomeado administrador apostólico da prelazia de São Félix do Araguaia (MT) no dia 27 de abril de 1970. O Papa Paulo VI o nomeou bispo prelado de São Félix do Araguaia no dia 27 de agosto de 1971. Sua ordenação episcopal deu-se a 23 de outubro de 1971, pelas mãos de Dom Fernando Gomes dos Santos, Arcebispo de Goiânia, de Dom Tomás Balduíno, OP, e Dom Juvenal Roriz, CSSR.

 

Sua atividade como bispo teve as seguintes características:

1. Evangelização, vinculada à promoção humana e à defesa dos direitos humanos dos mais pobres;

2. Criação de comunidades eclesiais de base com líderes que sejam fermento entre os pobres;

3. Encarnação na vida, nas lutas e esperanças do povo;

4. Estrutura participativa e corresponsável na diocese.

 

Seu episcopado:

Como bispo adotou como lema para sua atividade pastoral: Nada possuir, nada carregar, nada pedir, nada calar e, sobretudo, nada matar. É poeta, autor de várias obras sobre antropologia, sociologia e ecologia.

Na década de 1970, ajudou a fundar o Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Dom Pedro foi alvo de inúmeras ameaças de morte. A mais grave, em 12 de outubro de 1976, ocorreu em Ribeirão Cascalheira (Mato Grosso). Ao ser informado que duas mulheres estavam sendo torturadas na delegacia local, dirigiu-se até lá acompanhado do padre jesuíta João Bosco Penido Burnier. Após forte discussão com os policiais, o padre Burnier ameaçou denunciá-los às autoridades, sendo então agredido e, em seguida, alvejado com um tiro na nuca. Naquele lugar foi erguida uma igreja.

No ano 2000, foi agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Estadual de Campinas. Em 13 de setembro de 2012, recebeu honraria idêntica da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

Dom Pedro, que sofria do mal de Parkinson, apresentou sua renúncia à Prelazia, conforme o Can. 401 §1 do Código de Direito Canônico, em 2005. No dia 2 de fevereiro de 2005, o Papa João Paulo II aceitou sua renúncia ao governo pastoral de São Félix. Dom Pedro Casaldáliga, o primeiro prelado de São Félix, foi sucedido por Dom Frei Leonardo Ulrich Steiner OFM.

Dom Pedro Casaldáliga nasceu em Balsareny, na província de Barcelona, na Espanha, no dia 16 de fevereiro de 1928. Ingressou na Congregação Claretiana (Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria) em 1943, sendo ordenado sacerdote em Montjuïc, Barcelona, no dia 31 de maio de 1952. Depois de ordenado, foi professor de um colégio claretiano em Barbastro, assessor dos Cursilhos de Cristandade e diretor da Revista Iris.

Em 1968, mudou-se para o Brasil para fundar uma missão claretiana no Estado do Mato Grosso, uma região com um alto grau de analfabetismo, marginalização social e concentração fundiária (latifúndios), onde eram comuns os assassinatos.

Foi nomeado administrador apostólico da prelazia de São Félix do Araguaia (MT) no dia 27 de abril de 1970. O Papa Paulo VI o nomeou bispo prelado de São Félix do Araguaia no dia 27 de agosto de 1971. Sua ordenação episcopal deu-se a 23 de outubro de 1971, pelas mãos de Dom Fernando Gomes dos Santos, Arcebispo de Goiânia, de Dom Tomás Balduíno, OP, e Dom Juvenal Roriz, CSSR.

Sua atividade como bispo teve as seguintes características:

Evangelização, vinculada à promoção humana e à defesa dos direitos humanos dos mais pobres;

Criação de comunidades eclesiais de base com líderes que sejam fermento entre os pobres;

Encarnação na vida, nas lutas e esperanças do povo;

Estrutura participativa e corresponsável na diocese.

Como bispo adotou como lema para sua atividade pastoral: Nada possuir, nada carregar, nada pedir, nada calar e, sobretudo, nada matar. É poeta, autor de várias obras sobre antropologia, sociologia e ecologia.

Na década de 1970, ajudou a fundar o Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Dom Pedro foi alvo de inúmeras ameaças de morte. A mais grave, em 12 de outubro de 1976, ocorreu em Ribeirão Cascalheira (Mato Grosso). Ao ser informado que duas mulheres estavam sendo torturadas na delegacia local, dirigiu-se até lá acompanhado do padre jesuíta João Bosco Penido Burnier. Após forte discussão com os policiais, o padre Burnier ameaçou denunciá-los às autoridades, sendo então agredido e, em seguida, alvejado com um tiro na nuca. Naquele lugar foi erguida uma igreja.

No ano 2000, foi agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Estadual de Campinas. Em 13 de setembro de 2012, recebeu honraria idêntica da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

Dom Pedro, que sofria do mal de Parkinson, apresentou sua renúncia à Prelazia, conforme o Can. 401 §1 do Código de Direito Canônico, em 2005. No dia 2 de fevereiro de 2005, o Papa João Paulo II aceitou sua renúncia ao governo pastoral de São Félix. Dom Pedro Casaldáliga, o primeiro prelado de São Félix, foi sucedido por Dom Frei Leonardo Ulrich Steiner OFM.

FBAC recebe doação de 1000 cestas básicas

A FBAC foi agraciada com a doação de 1000 cestas básicas pela FECOMERCIO. As tratativas tiveram início com Dr. Tomaz de Aquino, um dos conselheiros da FBAC e contaram com o apoio do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, através do Programa Novos Rumos, na pessoa do juiz-coordenador Dr. Luis Carlos Rezende e Santos.

 

O objetivo dessas cestas é a distribuição entre as famílias dos recuperandos das APACs de Minas Gerais, que estão em prisão domiciliar, em razão da pandemia do COVID-19. Atualmente 1000 recuperandos, de 35 APACs se encontram nesta situação.

É sabido que neste momento de pandemia, o país e o povo enfrentam muitas dificuldades, sendo a maior delas o desemprego. Se está difícil para todos, para o recuperando está ainda pior, pois ele recebeu o benefício da prisão domiciliar em tempos de isolamento social, o que o impede de trabalhar no meio externo, vivendo em seu cotidiano a ansiedade, incerteza e desesperança.

“Somos profundamente gratos à FECORMECIO, ao Dr. Tomaz de Aquino e ao TJMG por esta valiosa contribuição, que irá contribuir com recuperandos e seus familiares, mantendo a esperança e a certeza de que estamos juntos! Muito obrigado.” Afirmou Valdeci Ferreira, Diretor Geral da FBAC.

 

Enttrega das cestas básicas na APAC de Santa Luzia 

 

A FECOMERCIO


A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG) foi criada em 1938 pelos sete sindicatos filiados que têm sede na capital. Em conjunto com o Sesc, Senac e os sindicatos da capital e do interior, formam o Sistema Fecomércio MG, Sesc, Senac e Sindicatos. Essas são instituições interdependentes e que, juntas, oferecem uma grande rede de proteção e prestação de serviços e turismo em todo o estado.


A Fecomércio é uma entidade não-estatal, órgão máximo de representação do comércio mineiro, criada para orientar, coordenar, proteger, defender e representar as atividades e categorias econômicas do comércio do Estado. Fundada em 4 de dezembro de 1938, a Fecomércio MG possui o objetivo de fortalecer o setor do comércio de bens, serviços e turismo e desempenha uma série de funções para os seus representados em todo o Estado de Minas Gerais. Além disso, a entidade se faz ouvir em todos os níveis dos poderes constituídos, em articulação nacional com as demais federações estaduais que integram a Confederação Nacional do Comércio (CNC).


Saiba mais sobre a FECOMERCIO

FBAC realiza II Manhã de Oração de Jejum nas APACs

A FBAC realizou, no dia 5 de agosto, a II Manhã de Oração e Jejum nas APACs. Com a participação da FBAC e de todas as APACs do Brasil e também da Costa Rica, o evento contou com a participação de 3976 pessoas, dos quais 3311 recuperandos, 494 funcionários das APACs, 142 voluntários e 29 familiares.

Diante da pandemia, além de outras iniciativas, como confecção de máscaras, mutirão de limpesa urbana e reforma de hospitais, a Manhã de Oração visou motivar as APACs e renovar a esperança de todos envolvidos com o movimento apaqueano.

Momento de oração, reflexão e motivação, esta manhã deu continuidade à I Manhã de Oração e Jejum nas APACs, realizada no dia 26 de junho, com o tema: "Atravessando a noite com Jesus."

"Não há nada em nossa vida e em nossas realidades sem a presença do Senhor Jesus. Ele tudo pode transformar! Ele dá vida. Dá sentido. É alimento. É esperança. É alegria. É presença real! E com ele vamos seguindo rumo a Jerusalém, superando tudo e todos (que atrapalham a graça divina em nós), e a partir do chamado de Deus, vamos rumo a vitória. Pois Cristo é  ressurreição!" Disse Valdeci, Diretor Geral da FBAC.

 

A FBAC agradece imensamente todos que aceitaram a proposta, que participaram, que se colocaram em jejum e oração, que contribuiram para a realização deste evento. Com certeza, nosso movimento sai mais fortalecido e coezo desta Manhã de Oração. "Nada levamos desta vida, só o amor que plantamos para a eternidade." Mário Ottoboni

Apac de Patrocínio inaugura padaria e nova sala

Poucos meses depois de ganhar uma nova casa, a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) de Patrocínio, no Alto Paranaíba, tem mais um motivo para comemorar. Foram inauguradas nesta sexta-feira (31/07) a padaria e uma sala de laborterapia da unidade, abrindo mais uma oportunidade para os recuperandos se profissionalizarem e avançarem no caminho da ressocialização.

O juiz da Vara de Execuções Penais da comarca de Patrocínio, Bruno Henrique de Oliveira ressaltou que é preciso buscar, incessantemente, uma forma de reinserção do recuperando à sociedade, através de um tratamento digno, trabalho, convívio com a família.

“O trabalho se mostra indispensável para ajudar os recuperandos a saírem da Apac melhor do que entraram. Muitos deles se tornam excelentes profissionais e são encaminhados para empregos”, disse o magistrado.

Rotary e Rotaract Club

De acordo com o juiz da VEP de Patrocínio, a construção foi custeada com recursos de parcerias: a Apac da comarca se juntou ao Rotary Club e ao Rotaract Club de Patrocínio – Novas Gerações, entidades que doaram o valor para a construção da padaria, e o Judiciário, por meio de verbas de prestações pecuniárias, destinou o necessário para a cozinha e a despensa.

“Mais uma oportunidade de aprendizado e produtividade está à disposição dos recuperandos, que poderão fazer os produtos de panificação produzidos na própria unidade e fornecer para fora, o que é incrível”, destacou o juiz.

Padaria

O evento de inauguração da padaria da Apac teve público reduzido, para evitar a propagação do contágio pelo coronavírus. Foi servido um lanche, com os produtos produzidos pelos recuperandos.

A presidente da Apac local, Cleusa Maria e Silva disse que a parceria foi muito importante. “Aproveitamos o embalo da construção da padaria e da sala, fizemos também uma parte da cozinha que estava faltando. Os recuperandos que trabalharam na obra tiveram muita paciência e boa vontade com o trabalho”.

Estrutura

O prédio da Apac de Patrocínio tem três pavimentos e abriga aproximadamente 100 presos em 11 celas, que ficam no térreo, junto com o refeitório e área de marcenaria.

No segundo pavimento estão as salas de visita íntima, enfermaria, biblioteca, capela e as salas de aula para conclusão do ensino fundamental.

Uma ala menor, ao lado da cozinha, abriga os reeducandos do regime fechado, podendo acolher também recuperandos do sistema semiaberto.

Dentro da Apac, os recuperandos já produziam bloquetes para calçamento, blocos especiais curvos, objetos em madeira e peças em crochê. Eles ainda mantêm uma horta comunitária.

Fonte: Tribunal de Justição de Minas Gerais

APAC de Rio Piracicaba enfrenta pandemia com criatividade e muito trabalho

O mês de Julho foi especial na APAC feminina de Rio Piracicaba, devido às diversas atividades realizadas, que foram muito intensas e envolventes.

A equipe de funcionários, nesse momento de pandemia, não mediu esforços e realizou diversos cursos com as recuperandas: cuidado com os cabelos, automaquiagem, limpeza de pele, chá, doces, interação, encontro e busca de conhecimento e reafirmação da autoestima. 

A APAC acredita que, com todos os esforços colocados em conjunto se pode alcançar a recuperação das mulheres privadas de liberadade.

Sabemos que, se cada um der sua pequena contribuição, atingiremos esta grande meta.

Com certeza, muitas terminaram este mês renovadas e acreditando em si mesmas, decididas por mudar de vida e traçar novos caminhos para seu futuro.

Estamos juntos!

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APACs DE FRUTAL DOAM MÁSCARAS PARA ASILO PIO XII

A APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados de Frutal) colabora com o Asilo Pio XII de Frutal através da doação semanal de mil máscaras descartáveis. A campanha “Humanizar a pena, promover a vida” realizada pela AVSI (Associação Voluntários para o Serviço Internacional) atualmente fornece subsídios e os recuperandos confeccionam as máscaras que serão doadas.

A gestora das APACs de Frutal, Paula Queiroz Vieira, comenta sobre a campanha: “por intermédio da AVSI”, uma instituição da União Europeia, podemos desenvolver um belíssimo trabalho nas APACs de Frutal, e em várias outras, por meio de capacitação e aplicação da metodologia APAC na confecção destas máscaras para o enfrentamento da pandemia do coronavírus através da campanha Humanizar a pena, promover a vida.”

Para o Padre Rogério Consentino de Aguiar, diretor geral da Assistência Pio XII que faz um trabalho direto com o Asilo Pio XII, o recebimento destas máscaras muito colabora com o atual cenário de pandemia, pois diariamente cerca de 100 pessoas são beneficiadas com a doação, sendo cinquenta idosos e cinquenta funcionários e voluntários.

“Todo esse trabalho desenvolvido pelos recuperandos das APACs de Frutal tem sido de grande ajuda e como um presente de Deus para o Asilo de Frutal, uma vez que nossa instituição vive da caridade e do apoio das pessoas e de outras instituições. Agradeço às APACs de Frutal e aos recuperandos e recuperandas e tenham certeza que Deus tem um propósito na vida de cada um de vocês; Intensifiquem o amor em seus corações e que Deus os abençoe por este bonito gesto que muito tem ajudado várias pessoas que estão aqui fora, em especial aos cinquenta idosos do Asilo Pio XII”. Disse o pároco e diretor geral da Assistência Pio XII.

A gestora das APACs de Frutal aproveita a oportunidade para parabenizar toda a equipe do Asilo Pio XII, sua diretoria, funcionários e voluntários, pelo grande trabalho desenvolvido na instituição e por cuidar tão bem dos cinquenta idosos que ali estão e sem nenhuma suspeita de contaminação pelo Covid-19. Em seguida deixa uma mensagem aos recuperandos: “Não basta deixar de praticar o mal, mas é necessário fazer o bem”.

(Jadiael Lino – Assessor de Imprensa APACs de Frutal).

CAMPANHA HUMANIZAR A PENA. PROMOVER A VIDA JÁ ENTREGOU QUASE 40 MIL MÁSCARAS PARA A PREVENÇÃO DO CORONAVÍRUS

Iniciativa da AVSI Brasil e FBAC, cofinanciada pela União Europeia,

 tem como meta a produção de 350 mil máscaras

Com um mês e meio de lançamento, a campanha Humanizar a pena. Promover a vida já produziu, até o momento, 54.124 máscaras para a prevenção da Covid-19. Deste montante, 37.348 unidades já foram entregues para as comunidades do entorno das APACs que participam da ação. Aproximadamente 400 recuperandos e recuperandas de 23 APACs dos estados de Minas Gerais e do Maranhão produzirão 350 mil máscaras. A campanha é uma realização da Associação Voluntários para o Serviço Internacional (AVSI Brasil) e da Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (FBAC) e faz parte do projeto “Más allá de las Fronteras”, que destinará R$ 350 mil para as APACs envolvidas.

Os recursos vêm da União Europeia, através do Instrumento Europeu para a Promoção da Democracia e dos Direitos Humanos (IEDDH), e estão sendo utilizados para a compra de máquinas de costura e equipamentos de higienização e esterilização das máscaras, além da matéria-prima. O projeto conta com a parceria dos Tribunais de Justiça de Minas Gerais e do Maranhão, o Ministério Público de Minas Gerais, o Instituto Minas Pela Paz e Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Maranhão.

“As máscaras estão sendo entregues para as comunidades do entorno das APACs, Secretarias de Saúde, asilos, órgãos públicos e instituições beneficentes, além de servirem para a proteção dos próprios recuperandos e funcionários das APACs”, explica Jacopo Sabatiello, vice-presidente da AVSI Brasil.

No início de julho, a iniciativa ganhou novo fôlego com um aporte financeiro de R$ 800 mil, vindo da Conferência Episcopal Italiana (CEI), que beneficiará 10 APACs de Minas Gerais na compra de insumos e equipamentos de proteção, permitindo uma nova frente de atuação na prevenção da pandemia do novo coronavírus entre a população carcerária. Essas unidades centralizarão as aquisições e beneficiarão as demais APACs do estado.

Ação contra os maus tratos

Junto com a campanha “Humanizar a pena, promover a vida”, a AVSI e a FBAC pretendem divulgar o Método APAC, modelo comprovado na recuperação de condenados à privação de liberdade, e denunciar os maus tratos a que são submetidas as pessoas privadas de liberdade no sistema prisional comum. “Infelizmente, ainda hoje, dados da realidade penitenciária revelam casos de superlotação, ausência de atividades educacionais e formativas e, em muitos casos, tortura física e psicológica. Nesse contexto, as prisões configuram-se como ambientes inseguros que ameaçam o direito à vida e à integridade física e mental das pessoas privadas de liberdade”, diz Sabatiello, da AVSI.

O chamado Método APAC é uma alternativa ao sistema prisional comum. Sem perder de vista a finalidade punitiva da pena, a APAC acredita que a humanização das prisões contribui para a reintegração bem-sucedida do egresso na sociedade. Há indicadores que comprovam isso, como o baixo índice de reincidência: nas APACs, a taxa de reincidência é de até 15% entre os recuperandos homens e mulheres. No sistema comum, esse número varia entre 80 e 85%.

Sobre a AVSI Brasil

A AVSI Brasil é uma organização brasileira, sem fins lucrativos, constituída em 2007, para contribuir na melhoria das condições de vida de pessoas que vivem em situações de vulnerabilidade. É vinculada ao contexto internacional por meio da parceria com a Fundação AVSI, ong de origem italiana que atua no Brasil desde os anos 1980 e que estimulou a criação da AVSI Brasil.

Para realizar seus projetos, a AVSI Brasil constrói parcerias com empresas, setor público, organizações da cooperação internacional e pessoas físicas. No último ano, a AVSI Brasil desenvolveu mais de 30 projetos, beneficiando diretamente 387.000 pessoas, com o investimento social de R$ 37,5 milhões em 8 áreas transversais alinhadas a 14 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável: Água e Segurança Alimentar; Cidades Inclusivas e Resilientes; Energia e Ambiente; Justiça e Prevenção da Violência; Migrações; Parcerias Multissetoriais; Socioeducativo; Trabalho e Crescimento Econômico.

Sobre a FBAC

A Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (FBAC) é uma entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, que mantém a sua sede em Itaúna (MG). Ela tem a missão de congregar as APACs do Brasil, assessorar as APACs do exterior, manter a unidade de propósitos das associações, além de orientar, assistir, fiscalizar e zelar pelo fiel cumprimento da metodologia, modelo de gestão e normas de disciplina e segurança das APACs. Tem, ainda, a tarefa de orientar e fiscalizar a correta aplicação da metodologia, além de organizar congressos, seminários e ministrar cursos de capacitação e treinamento para funcionários, voluntários, recuperandos e autoridades. Está filiada à Prison Fellowship International (PFI), organização consultora da ONU para assuntos penitenciários, presente em mais de 120 países.

O projeto Más Allá de las Fronteras

Desde novembro de 2017, a AVSI Brasil e FBAC iniciaram o projeto Más Allá de Las Fronteras, que tem como objetivo contribuir para o fortalecimento da sociedade civil no combate a atos de tortura, maus-tratos, penas cruéis, desumanas e degradantes, através da consolidação/expansão do método APAC em 3 países latino-americanos: Chile, Costa Rica e Paraguai. O projeto é cofinanciado pela da União Europeia a partir do Instrumento Europeu para a Promoção da Democracia e dos Direitos Humanos (IEDDH).

CAMPANHA HUMANIZAR A PENA. PROMOVER A VIDA RECEBE APOIO DA CONFERÊNCIA EPISCOPAL ITALIANA

Pelo acordo, AVSI Brasil receberá um aporte de 800 mil reais, que serão destinados às APACs de Minas Gerais

A campanha Humanizar a pena. Promover a vida ganha mais uma parceria com a contribuição financeira da Conferência Episcopal Italiana (CEI), que beneficiará as APACs de Minas Gerais na compra de insumos e equipamentos de proteção, permitindo uma nova frente de atuação na prevenção da pandemia do novo coronavírus na população carcerária.

A AVSI Brasil foi contemplada com cerca de 800 mil reais que serão repassados para 10 APACs em Minas Gerais que já estão inseridas na iniciativa de produção de máscaras. Elas centralizarão as aquisições e beneficiarão as demais unidades do estado, numa perspectiva que estimula a solidariedade e a cooperação entres as APACs.

Durante as celebrações da Semana Santa de 2020, o Papa Francisco fez um apelo sobre a atenção às populações mais vulneráveis social e economicamente, e neste grupo se encontram as pessoas em cumprimento de pena de privação de liberdade. A Conferência Episcopal Italiana, sensibilizada pela pandemia da Covid-19 e atendendo ao chamado do Papa Francisco, disponibilizou uma linha de financiamento emergencial com o objetivo de prestar apoio financeiro para o enfrentamento à pandemia, especialmente no que se refere às ações de prevenção à propagação da doença nas regiões do planeta onde se concentram as maiores vulnerabilidades.

Jacopo Sabatiello, vice-presidente da AVSI, explica que essa nova parceria é extremamente importante, pois vai permitir a ampliação das ações de prevenção à Covid-19 para as pessoas privadas de liberdade. “Está prevista a compra de sabonete líquido, álcool em gel, luvas, óculos de proteção, ou protetores faciais, botas, termômetro infravermelho e outros equipamentos voltados para a prevenção da doença, além de um aporte adicional em insumos e equipamentos para confecção das máscaras de proteção que estão sendo produzidas nas unidades”.

A Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados – FBAC, órgão que congrega e orienta a aplicação da metodologia nas APACs, é parceira da AVSI na execução deste projeto.

Conferência Episcopal Italiana

A Conferência Episcopal Italiana (CEI) é a conferência episcopal dos bispos italianos da Igreja Católica, a assembleia oficial dos bispos na Itália. A CEI já é parceira da AVSI em iniciativa de apoio às APACs no Brasil desde 2018, financiando projeto com objetivo de promover o salto de escala do método APAC como política pública, através da capacitação humana e profissional dos recuperandos.

Fonte: AVSI Brasil

 

Superando o desafio do isolamento social, APAC de Viana/MA promove encontro virtual com voluntários

Segundo Valdeci, Diretor Geral da FBAC, o voluntário é a alma da APAC. Sua presença, apoio e amor confrontam o recuperando a uma mudança radical de vida. “Nada substitui a presença do voluntário na APAC.” Disse Valdeci inúmeras vezes. Nono elemento da espiritualidade APAC, o voluntário exerce um papel fundamental no processo de recuperação.

Por isso as APAC realizam anualmente curso para os voluntários e organizam encontros periodicos de espiritualidade, partilha de experiências e planejamento de atividades. Porém, todas as atividades com os voluntários foram, subitamente, interrompidas pela pandemia que assola o mundo todo. Diante deste desafio a APAC de Viana já organizou dois encontros para seus voluntários, sendo o segundo no último dia 15 de julho.

O momento iniciou com a espiritualidade, conduzida por Irmã Cristina, presidente da APAC de Viana. Baseada na reflexão bíblica do Evangelho de Mateus, capítulo 19, versículos de 16 a 30, Irmã Cristina refletiu destacando alguns questionamentos, tais como: Quem sou eu? Quem sou eu para Deus? Qual minha missão neste mundo.

“Vocês são muito importantes para nossa APAC. Ainda que não estejam presentes fisicamente, devido ao distanciamento social, podem contribuir, com vossas orações e apoio. É importante que os recuperandos saibam que não foram abandonados e que todos, aguardam ansiosamente pelo fim da pandemia para retornar ao seu apostolado.” Disse Irmã Cristina.

Após a reflexão os voluntários partilharam sobre suas impressões, dificuldades e expectativas. “Esta reunião foi muito proveitosa e extremamente esclarecedora, neste momento difícil que estamos vivendo. Faz-se necessário que tenhamos um meio de comunicação eficaz, como esse, que nos atualiza e incentiva e reanima nosso caminhar em prol dos recuperandos.” Disse Elisangela Santos, voluntária da Valorização Humana.

“Ouvir Irmã Cristina, me fez refletir sobre a seguinte pergunta: Quem sou eu para os outros? Percebi que às vezes sou muito importante para as pessoas, mas muitas vezes as pessoas não eram tão importantes para mim, ou seja, eu não me importava com ninguém. Por isso preciso sair de minha zona de conforto! E o voluntariado na APAC abraça esta proposta. Contem comigo!” Exclamou Ismael Mendes, voluntário da Espiritualidade.

A APAC de Viana agradece imensamente a todos os voluntários que participaram deste encontro virtual e espera que todos partissem do próximo, nos animando, fortalecendo e ajudando para juntos superarmos esta pandemia. Estamos juntos! Administrativo da APAC de Viana

Recuperandos da APAC de São João del-Rei compõem samba sobre liberdade

Em dezembro de 2019, o cantor paulista Thiago de Souza realizou uma dinâmica musical - chamada "por música" - de composição coletiva. Em 2 horas, Thiago e um grupo de recuperandos do regime fechado compuseram a canção "Em busca da liberdade". Samba animado! 

" A liberdade mora onde menos se espera Até dentro de uma cela, ela pode se encontrar " (trecho)
A música foi gravada na voz de Edinho Silva, no Estúdio Moby em Campinas.

Thiago conheceu nossa instituição pouco antes de compor a música. Em entrevista, ele conta um pouco da sua experiência na APAC:

De onde veio a inspiração de compor com os recuperandos da APAC?
"Tenho uma dinâmica musical chamada “por música” que oferece a oportunidade de grupos vivenciarem a experiência de comporem juntos uma música em 2 horas. Achei que seria uma experiência diferente, tanto pra mim, como para os recuperandos. E foi, de fato."

Como foi a experiência?
"Foi muito legal. Existe um respeito muito grande entre eles e com quem visita a APAC, e talvez meu maior desafio tenha sido o de fazer com que eles esquecessem que eu era um visitante. Pra fazer uma música de maneira coletiva é preciso existir sintonia e confiança, senão não rola. E foi isso que aconteceu, eu fiz parte daquele grupo de homens por uma manhã."

"Ver que há possibilidade de recuperar as pessoas é algo que precisamos mostrar ao mundo. Acho que o sistema de trabalho empreendido APAC deveria ser a maioria, não exceção."

João Justino, jornalista da APAC de São João del Rei

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