APAC de Viana/MA recebe visita do secretário adjunto de saúde

No dia 29 de agosto de 2018 a APAC de Viana recebeu a visita do Secretario Adjunto de Saúde do município de Viana Marcelo Santana. Aproveitamos a ocasião para agradecer, visto que em 2017, enquanto secretario, ele proporcionou a celebração de parceria com a APAC viabilizando aos recuperandos atendimento médico bimestralmente, alem de marcações de consultas de especialistas e Campanhas de apoio e conscientização dos recuperandos.
Agradecemos a visita e apoio. Estamos juntos. 

APAC de São João del-Rei sedia etapa do 3º Festival da Canção Prisional

A APAC – Associação de Proteção e Assistência aos Condenados de São João del-Rei, recebeu na quinta-feira, dia 29 de agosto, a Etapa Semifinal – Zona da Mata do 3º Festival da Canção Prisional- Acordes da Esperança. O concurso contou com sete participantes, sendo eles das unidades da APAC Masculina e da Casa do Albergado.

Como critério de seleção as músicas deveriam ser autorais, sendo vetado qualquer tipo de letra que fizesse apologia. Entre os estilos apresentados estavam o Samba, Gospel e Sertanejo.

O vencedor da etapa semifinal foi um recuperando da APAC Masculina, do regime fechado, que apresentou a música Não Precisa Correr, que aborda o cotidiano na APAC e os suportes que ajudam na recuperação, como a fé em Deus e a disciplina.

O FESTPRI, que é organizado pela Secretaria de Estado de Administração Prisional e pela Diretoria de Ensino e Profissionalização em parceria com Escola Estadual Detetive Marco Antônio de Souza, contou com a participação de mais de 20 unidades prisionais da Zona da Mata. A Final da Zona da Mata, contará com a participação dos primeiros e segundos colocados das outras etapas. A final será realizada no presídio de Viçosa em novembro.

 

Método inovador da Apac e o problema das facções em Goiás são discutidos em minicurso no MP-GO

Um grande problema e uma alternativa possível para o sistema prisional goiano. Com esse foco, o Centro de Apoio Operacional Criminal do Ministério Público de Goiás, com apoio da Escola Superior (ESMP), promoveu nesta sexta-feira (31/8), no auditório do edifício-sede, o minicurso Sistema Prisional: Problemas e Soluções. A proposta foi justamente a de mostrar o contraponto entre a realidade vivenciada atualmente nas unidades prisionais tradicionais, com o temerário crescimento da presença das facções criminosas, e as possibilidades existentes na implantação de um modelo inovador e mais humanizado de gestão prisional, o das Associações de Proteção e Assistência aos Condenados, as chamadas Apacs.

O debate dos temas atraiu a atenção de membros e servidores do MP-GO, que marcaram presença durante as quase oito horas de programação. Ao dar início ao minicurso, o coordenador do CAO Criminal, Luciano Miranda Meireles, ressaltou o objetivo da capacitação, de mostrar o cenário existente hoje e sugerir alternativas.

Visando dar um panorama sobre problema, o coordenador apresentou, então, os números mais recentes do sistema carcerário goiano tradicional, enfatizando a discrepância da quantidade de unidades prisionais no Estado em relação ao número de comarcas e o contingente de presos. “São números inviáveis”, ponderou, reforçando os dados. Enquanto o Estado conta com 127 comarcas, existem 134 unidades prisionais em funcionamento, para uma população carcerária de cerca de 22 mil presos. Em São Paulo, são 160 presídios para mais de 200 mil presos.

Luciano Meireles mostrou, em seguida, os dados sobre o crescimento das facções criminosas no Estado, que comprovam o salto significativo do número de cooptados nos últimos anos. Nesse contexto, o promotor alertou para o risco para as instituições que essa situação representa.

O levantamento realizado pelo CAO também relacionou dados sobre o andamento das obras dos presídios em construção: Águas Lindas de Goiás (com 73% das obras prontas), Planaltina de Goiás (60%) e Novo Gama (48%). Ainda dentro da questão da estrutura física, Luciano Meireles mencionou o termo de ajustamento de conduta (TAC) assinado ontem (30/8) com o Estado de Goiás, que sinaliza para a construção, em breve, de três presídios regionais, com recursos já disponíveis no fundo estadual.

Uma alternativa 
Após a apresentação do CAO Criminal, foi a vez de os presentes conhecerem um caminho novo para o enfrentamento da questão prisional. A exposição de Valdeci Antônio Ferreira, um dos fundadores do método, procurou mostrar uma alternativa mais humanizada e eficiente para a gestão prisional, focada numa proposta de recuperação e ressocialização, com resultados concretos para serem mostrados.

Atualmente assessor da Apac e dirigente da Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (Fbac), direcionou seu relato para a construção da proposta de atuação das Associações de Proteção e Assistência aos Condenados e como a metodologia vem sendo aplicada ao longo de mais de 40 anos, com destaque para a experiência de Minas Gerais, onde ela foi institucionalizada como política pública prisional.

Como definição, as Apacs são entidades sem fins lucrativos, as quais se dedicam à recuperação e reintegração social dos condenados a penas privativas de liberdade, operando em auxílio ao Poder Executivo e Judiciário, respectivamente na administração do cumprimento das penas privativas de liberdade e na execução penal. Sua filosofia é “Matar o criminoso e salvar o homem”, a partir de uma disciplina rígida, caracterizada por respeito, ordem, trabalho e o envolvimento da família do sentenciado. Dentro dessa filosofia, as Apacs trazem como diretriz a gestão da unidade prisional pelo próprio preso, diferencial que, muitas vezes, provoca resistência.

Como relatou seu fundador, não foi fácil o caminho para as Apacs chegarem ao estágio atual, com presença não só em Minas Gerais, mas em Estados como o Maranhão, Paraná e Rio Grande do Sul – Goiás está começando um projeto-piloto –, e até no exterior. Um dos grandes desafios é o estigma que impregna o sistema prisional e o torna um tema tão espinhoso e indesejável. Mas seu relato detalhou como foi possível, pouco a pouco, ampliar o alcance da metodologia, a partir dos bons resultados de ressocialização e reintegração alcançados pelo projeto.

Nessa jornada, sustentou Valdeci, foi essencial contar com o apoio e a parceria do Ministério Público e do Judiciário. “O suporte dessas instituições é fundamental para o método Apac”, reiterou. Atualmente, em Minas, são 39 Apacs implantadas. Segundo explicou, naquele Estado, os requisitos para o encaminhamento de presos para essas unidades foram definidos em uma regulamentação do Tribunal de Justiça, cabendo a decisão final, porém, ao Judiciário em cada comarca, embasado em parecer do MP.

O conceito do método Apac foi desenhado para contemplar todo o regime progressivo de penas da legislação brasileira, observou. Assim, muitas das unidades abrigam presos nos três regimes de cumprimento de pena: fechado, semiaberto (intra e extramuros) e aberto. Para Valdeci, não há segredo no método. “O que é feito na Apac é simplesmente cumprir o que a lei prevê”, pontuou. Para dar certo, porém, alertou, é preciso envolvimento, comprometimento.

Projeto-piloto em Goiás 
No período vespertino do minicurso, o método Apac voltou a ser foco das atenções, desta vez com a apresentação do projeto-piloto em Goiás, que está em implantação na comarca de Paraúna. Na exposição, o promotor de Justiça André Luís Ribeiro Duarte e a juíza Wanderlina de Lima Morais Tassi falaram sobre os desafios na implantação da iniciativa naquele município, contando como tem sido todo o processo de mobilização para que a unidade Apac possa sair do papel.

Na visão de André Luís, que foi o principal articulador da proposta de implantação do método na comarca, o maior desafio enfrentado foi o preconceito. “O que tivemos de fazer e o que precisa ser feito é quebrar esses preconceitos, as resistências e mudar paradigmas”, sublinhou. O promotor salientou ser essencial contar com a adesão da sociedade e do poder público ao projeto, o que vem ocorrendo em Paraúna. “Temos conseguido fazer a comunidade abraçar a ideia”, reforçou. E aconselhou: “para fazer dar certo, tem que ter coração, tem que ter engajamento real”.

Wanderlina, por sua vez, mostrou, a partir de uma apresentação com fotos e notícias, como a consolidação da Apac tem ocorrido na cidade, passo a passo, seguindo as diretrizes preconizadas. Assim, várias etapas já foram superadas: a audiência pública de apresentação à comunidade, fundamental para vencer as resistências; a constituição jurídica da Apac; o seminário de capacitação; o lançamento da pedra fundamental da obra da unidade da Apac, que está sendo construída em terreno doado pela prefeitura; a visita a uma Apac em Frutal (MG), com a participação de membros da comunidade; o mutirão na construção, com a participação de moradores e recuperandos, lado a lado.

Para mostrar outros pontos de vista sobre a experiência que está sendo vivenciada em Paraúna, promotor e juíza convidaram para falar o presidente da Apac local, Leandro Gomes Pereira; o tesoureiro Anailton, e o pastor Claudionor.

Organizações criminosas 
Concluindo o minicurso, a programação voltou a enfocar um dos mais graves problemas do sistema prisional goiano, que é o crescimento das facções. O assunto foi abordado em duas palestras. A do promotor Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Presidente Prudente (SP), abordou a ramificação de um desses grupos em Goiás, e como o Estado se tornou estratégico para ele. Já o coordenador do Gaeco em Goiás, Thiago Galindo, mostrou o que o Trabalho do MP-GO e das polícias já conseguiu apurar em relação à atuação de organizações criminosas no Estado.

PGA 2018-2019 
A reestruturação do sistema penitenciário é o tema prioritário de atuação do MP-GO para 2018-2019, definido no Plano Geral de Atuação para o biênio. Ele foi definido após ampla consulta e votação pelos membros do MP-GO nos 17 encontros regionais do projeto PGJ Presente e de construção do PGA, realizados ao longo de 2017. (Texto: Ana Cristina Arruda – Fotos: João Sérgio e Eunice Fleury - estagiária/Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

Fonte: MGGO

Reunião no MP detalha estágio do projeto-piloto da Apac em Paraúna para DGAP

A viabilidade de um convênio com o Estado de Goiás visando à destinação de recursos do Fundo Penitenciário Nacional (FunPen) para a implantação do projeto-piloto, em Paraúna, da proposta e a metodologia de trabalho da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), um modelo inovador e mais humanizado de gestão prisional. Com este objetivo, foi realizada nesta terça-feira (28/9) uma reunião no edifício-sede do Ministério Público de Goiás, com o diretor-geral de Administração Penitenciária, coronel Edson Costa, na qual foi feita a apresentação do estágio atual do projeto na comarca.

A Apac é um modelo de entidade civil, sem fins lucrativos, que se dedica à recuperação e reintegração social dos condenados a penas privativas de liberdade. Opera como uma entidade auxiliar do Poder Judiciário e Executivo, na execução penal e na administração do cumprimento das penas. 

O encontro foi articulado pelo procurador-geral de Justiça, Benedito Torres Neto, e pelo coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal do MP, Luciano Miranda Meireles, a pedido do promotor de Paraúna, André Luís Ribeiro Duarte, que, juntamente com a juíza da comarca Wanderlina Lima de Morais Tassi, idealizaram e estão apoiando a estruturação da Apac no município. O projeto da Apac também foi institucionalizado no âmbito do MP-GO como sugestão de ação que pode ser implementada visando à melhoria do sistema prisional no Estado, em cumprimento à prioridade do Plano Geral de Atuação (PGA) da instituição para o biênio 2018-2019.

Para a reunião com a DGAP, a Promotoria e o Judiciário de Paraúna mobilizaram a participação do prefeito, Paulo José Martins; da diretoria da Apac, que já foi devidamente constituída – a entidade é presidida por Leandro Gomes Pereira; o comandante da Polícia Militar na cidade, tenente Márcio Aparecido da Silva, que foi acompanhado por outros membros da corporação; a advogada Miranda Nunes de Oliveira; o arquiteto e o engenheiro responsáveis pela obra da unidade que vai abrigar a Apac, e representantes da comunidade.

Obras 
Ao detalhar o estágio do projeto-piloto tanto para a DGAP quanto para os integrantes da administração superior do MP, o promotor André Luís Duarte salientou o engajamento e a adesão da comunidade de Paraúna à proposta da Apac. O integrante do MP informou que, depois de realizadas a audiência pública em fevereiro (leia no Saiba Mais), a capacitação dos voluntários sobre o método e a constituição da diretoria, a mobilização alcançou a etapa das obras, com a execução da terraplanagem e o cercamento do terreno.

Até agora, os recursos para a iniciativa foram obtidos por meio de transações penais, acordos de não persecução penal, termos de ajustamento de conduta (TACs) e doações. O município, por sua vez, contribui com maquinário e mão de obra. Diante do alcance e da repercussão social do projeto, contudo, André Luís e a juíza vislumbraram a possibilidade de efetuar parcerias que possam contribuir para a conclusão das obras e implantação do piloto. Entre essas possíveis colaborações, está a obtenção de verbas do FunPen, a partir da formalização de um convênio com o Estado de Goiás, por meio da DGAP.

Ao ser atualizado sobre o andamento do projeto em Paraúna, o procurador-geral de Justiça demonstrou o entusiasmo com a iniciativa e suas perspectivas de ressocialização. Benedito Torres reforçou a prioridade institucional para o biênio 2018-2019, que é a concentração de esforços do MP-GO na execução de ações em prol da melhoria do sistema prisional em Goiás, o que abrange a adoção de metodologias inovadoras como a Apac, e que já alcançaram resultados positivos em outros Estados (Minas Gerais, por exemplo).

O diretor-geral de Administração Penitenciária também ficou sensibilizado com a mobilização provocada pelo projeto-piloto da Apac em Paraúna e sinalizou de forma positiva em relação à possibilidade de celebração do convênio para repasse de verbas do FunPen. Ele também fez sugestões, inclusive de inovações legislativas, que podem auxiliar na viabilização financeira desta e de outras propostas de Apac.

Assim, ficou acertado no encontro que os promotores André Luís Duarte e Luciano Meireles, do CAO Criminal, vão elaborar uma minuta de um documento firmando essa parceria e também uma planilha orçamentária, que serão encaminhadas para análise da DGAP. A ideia é que sejam viabilizados recursos tanto para o investimento na implantação da Apac quanto para seu custeio.

O promotor e a juíza de Paraúna pretendem, agora, mostrar o andamento do projeto para o Tribunal de Justiça de Goiás, em reunião a ser agendada para os próximos dias.

Fonte: MPGO

Recuperandos da APAC fazem mosaico do Ecoparque Municipal

É de autoria dos recuperandos Cristiano Reis e Divino dos Reis o mosaico de uma árvore de dois metros de altura por três de largura, desenhada na portaria do Ecoparque Municipal das Sucupiras, no bairro Jardim do Bosque, que foi inaugurado na sexta-feira (24), pela Prefeitura de Frutal, através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

Em sua fala, a prefeita de Frutal, Maria Cecília Marchi Borges (Ciça), agradeceu a parceria feita com a APAC Frutal e parabenizou o trabalho artesanal dos recuperandos. “Paula e Célio, em nome de vocês, agradeço os recuperandos por mostrarem seus talentos e nos proporcionar essa verdadeira obra de arte”, elogiou.

De acordo com a professora de laborterapia da APAC, Juliana Freitas, a quem coube a missão de ensinar a arte aos recuperandos, o mosaico é um trabalho que, através da metodologia apaqueana, tem como proposta através da montagem de cacos, resgatar vidas. “É a oportunidade que o recuperando tem de refletir sobre suas ações e o que deseja para o seu futuro”, comenta a professora. Sem falar que através do trabalho, o recuperando tem a chance de resgatar valores como potencialidade, criatividade e talento.

O recuperando Cristiano Reis conta que montar a árvore foi um grande desafio em sua vida, ainda mais porque nunca havia feito um trabalho desta dimensão. Ele agradeceu a oportunidade que lhe foi dada através da Prefeitura, diretoria da APAC e da professora Juliana. “Eles acreditaram em mim e isso foi fundamental para eu vencer esse desafio”, afirma. Agora, Cristiano faz planos para o futuro revelando que seu sonho é levar os netos para conhecerem a obra de arte que leva sua assinatura e a do recuperando Divino Reis.

O Ecoparque Municipal das Sucupiras é um laboratório vivo para a educação ecológica. O local será usado para pesquisas e também para visitas monitoradas com crianças da rede de ensino.

(Zilma de Oliveira – Assessora de Imprensa APAC Frutal)

 

 

Estudantes de Direito da UEMG visitam a APAC Frutal

Uma turma formada por 40 estudantes do Curso de Direito da UEMG Campus Frutal visitou na manhã desta quarta-feira (22), o prédio da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados – APAC Frutal. Inicialmente, eles conheceram os setores da instituição, em seguida foram recepcionados no auditório. Lá, o presidente da APAC Célio Garcia e a encarregada de segurança Paula Queiroz falaram do desafio diário de manter a APAC em funcionamento e o quanto é importante a presença da comunidade na instituição. No final, os alunos ouviram o testemunho de um jovem recuperando sobre suas várias passagens pelo sistema comum e a mudança de vida que teve estando agora na APAC.

O defensor público Reinaldo Queiroz, ao lembrar que desde 2003 está junto na causa pela APAC, disse que foi um prazer compartilhar do momento vivido pelos universitários. “Aqui é um sistema que funciona e só tenho a parabenizar esse trabalho árduo feito por uma diretoria atuante com pessoas engajadas nessa luta”, reconhece o advogado.

O universitário e coordenador da turma, Gabriel de Oliveira Clinco, afirma que a visita foi importante porque a APAC é uma alternativa ao sistema prisional, eficaz e que consegue garantir a dignidade dos recuperandos. “Nós saímos daqui maravilhados com o trabalho organizado e a disciplina”. O estudante Leonardo Caianelo ao conhecer pela primeira vez uma APAC, comenta que ficou emocionado porque viu de perto que se trata de um modelo ideal de recuperação.

(Zilma de Oliveira – Assessora de Imprensa APAC Frutal)

Câmara Municipal promove sessão solene para a APAC de São João del-Rei

Evento comemorou os 10 anos da entidade 

Na segunda-feira, 27, a Câmara Municipal de São João del-Rei realizou uma sessão solene comemorativa pelos 10 anos de funcionamento da APAC são-joanense. O evento foi idealizado e solicitado pela vereadora Lívia Guimarães, que disse ser de extrema importância reconhecer o trabalho realizado pela APAC durante essa década.

O evento foi iniciado com a apresentação do Coral APAC, regido pelo maestro Paulo Miranda. Após as apresentações, as autoridades tomaram pose da palavra. Dentre os representantes da Câmara estavam os vereadores Altamir Zanetti, Igor Sandim, Dudu de Paula, Geraldo do Terço e Roberto – Rio das Mortes. Todos eles parabenizaram a APAC e reconheceram o trabalho de empenho e dedicação ao setor social.

Representando o executivo, estava presente o juiz de execução penal, Dr. Ernane Barbosa Neves e o promotor de justiça, Dr. Felipe Guimarães Amantea. O juiz relembrou o caminho árduo por qual a criação da APAC são-joanense passou, assim como as superações e sucesso que a entidade conquistou ao longo do tempo. Já o promotor apresentou dados da efetividade do trabalho, relembrando os altos índices de homicídios que a cidade obteve há mais de 10 anos e como esse número caiu. Segundo ele, em 2005 foram mais de 80 homicídios no ano e hoje esse número não chega sete.

O evento contou ainda com a participação e com o depoimento de um recuperando e uma recuperanda, além de uma mãe representando a família e de um ex-recuperando e voluntário, que pode falar das superações e mudanças de vida após passar pela APAC. O presidente da APAC de São João del-Rei, Antônio Carlos de Jesus Fuzatto, compôs a mesa diretora da sessão e disse estar contente pelo reconhecimento deste trabalho e pelos resultados positivos que a metodologia vem tendo.

FBAC realiza curso para Encarregados de Segurança

Em Parceria com o Tribunal de Justiça de MG, o Programa Novos Rumos, a FBAC  organizou Curso para Encarregados de Segurança das APACs, com a presença de 80 participantes ligados à segurança das APACs, e a transmissão online para as APACs do Maranhão, Paraná e Rondônia. O evento aconteceu na APAC de Lagoa da Prata/MG nos dias 27 e 28 de agosto.

O curso foi dividido em três momentos específicos. No primeiro momento, VER, os participantes enumeraram os problemas vivenciados pelas APACs. O Diretor Executivo da FBAC, Valdeci Antônio Ferreira, explicou aos presentes que os problemas podem ser agrupados em 4 tipos: simples, complicados, complexos e caóticos, sendo que existem ferramentas apropriadas para superar cada tipo de problema.

A seguir, no segundo momento do curso, ILUMINAR, foram apresentadas as ferramentas para superação dos problemas existentes nas APACs. 

Para concluir os participantes reuniram-se em regiões para o terceiro momento do curso, AGIR, a fim de verificarem quais ferramentas seriam mais apropriadas para superar os problemas existentes nas respectivas regiões.

A FBAC agradece ao Desembargador Dr. Tomaz de Aquino por sua presença, à APAC de Lagoa da Prata na pessoa de seu presidente, Sr. Francisco José Miranda, e ao Tribunal de Justiça de MG. Estamos juntos!

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