visita de representantes de somang - coreia do sul

Entre os dias 17 a 21 de junho, tivemos o imenso prazer de receber uma delegação de Sul Coreanos, representantes da Prisão de Somang, daquele país. A visita de 3 representantes, acompanhados de uma tradutora e um representante da FBAC, teve como objetivo conhecer a aplicação prática quotidiana do Método, em Pouso Alegre, São João Del Rei e Itaúna onde conheceram também a sede da FBAC e o local onde será a nova sede e o CIEMA – Centro Internacional de Estudos do Método APAC.

A prisão que cujo nome em português significa Esperança, é a única prisão privada na Coréia do Sul, construída com recursos advindos das igrejas cristãs. Somang é administrada por funcionários e voluntários cristãos e custeada pelo Governo.

Kim, um dos visitantes, que trabalha na administração, contou como foi que ouviram falar sobre as APACs:

 

“Há cerca de 8 anos, alguns dos fundadores da prisão de Somang, começaram a buscar experiências bem-sucedidas no mundo com relação a recuperação de condenados. Foi então que descobriram o Método APAC, e, na primeira oportunidade vieram ao Brasil para conhecer de perto o trabalho realizado no Brasil. Depois disso, em outras oportunidades, sempre que possível vem outras pessoas para conhecer também, como é o nosso caso. Inclusive temos alguns materiais como um livro sobre o método traduzido para adaptarmos o Método lá. É incrível como o que estamos fazemos em Somang é muito semelhante ao vimos aqui. ”

 

A realidade prisional de Coreia do Sul, é bem diferente da brasileira e o país todo tem cerca de 55.000 presos, número menor que a população prisional só do Estado de Minas Gerais que é de aproximadamente 60.000 presos.

As condições também não são tão precárias como as que temos no sistema prisional comum, isto é, superlotação, falta de estruturas básicas, violência, maus tratos, entre tantas outras mazelas.

Um fator que deixa os índices de reincidência Sul Coreana mais baixos nas prisões em geral entorno de 60% é que não enfrentam o grave problema que aflige a sociedade brasileira, a droga.

Como disse um dos representantes, a questão da droga é principalmente uma questão cultural, isto é, o povo coreano é muito consciente dos males e consequências que as drogas produzem tanto na saúde em si como no meio social e familiar. Além disso as penas para crimes relacionados com o tráfico por exemplo são bem mais severas.

Enfim, são também em momentos como este de troca de experiências, de conhecimento, e de culturas, podemos vislumbrar como Deus tem trabalhado através da obra APAC, além das fronteiras do Brasil para alcançar pessoas ao redor do mundo.

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