APAC Feminina de Frutal começou a funcionar nesta quarta

O Centro de Reintegração Social da APAC Feminina de Frutal, com capacidade para 130 recuperandas, iniciou suas atividades oficialmente nesta quarta-feira (19), ao acolher 20 presas vindas de Uberaba, sendo 14 para o regime fechado e o restante para o regime semiaberto. As boas vindas às novas recuperandas foram dadas pelo presidente da APAC, Célio Garcia, pelo vice Natanael de Souza, pela gerente administrativa Paula Queiroz Vieira, pelo juiz de Direito da Comarca, Dr. Gustavo Moreira e pelo defensor público, Reinaldo Ferreira de Queiroz.

“É motivo de alegria e gratidão poder participar deste marco histórico da nossa cidade que é receber nossas irmãs recuperandas”, declarou Celinho. Ele afirma que se sente realizado porque a APAC feminina enfrentou inúmeros desafios que foram vencidos com a ajuda de Deus e de inúmeros parceiros e colaboradores. Para Natanael, é gratificante ver que o sofrimento das detentas e de seus familiares agora serão amenizados. “A APAC traz a transformação, porque através de Deus, elas vão recuperar suas vidas”, afirmou o pastor.

Um dos parceiros do projeto, o juiz Dr. Gustavo Moreira, que pediu para que as recuperandas aproveitem a oportunidade que a APAC está oferecendo, disse que o funcionamento é fruto de um esforço conjunto. A seu ver, o novo CRS terá o êxito desejado, porque se trata de um modelo que traz resultados e que é verdadeiramente capaz de recuperar pessoas. “O sentimento hoje é de gratidão a Deus e a todos os envolvidos por esse sonho realizado”, declarou o defensor Reinaldo Queiroz ao completar que a sociedade frutalense está de parabéns porque a metodologia apaqueana continuará a proporcionar benefícios a todos.

“Hoje amanheci louvando e agradecendo a Deus pela oportunidade que me concedeu de fazer parte desta obra. Senti uma alegria muito grande porque não vejo essas mulheres simplesmente como presas, mas consigo enxergá-las como filhas de Deus”, disse Paula Queiroz. Ela aproveitou para agradecer aos parceiros como Poder Judiciário e Tribunal de Justiça que confiam no trabalho da APAC dando oportunidade das detentas de um cumprimento de pena de forma humanizada.

DEPOIMENTOS

Ao enxergarem à sua frente uma nova oportunidade e um espaço humanizado, a emoção tomou conta das recuperandas recém chegadas. “Muito bom vir para cá, porque no presídio em Uberaba era só sofrimento. Ao chegar aqui senti minha vida renovada”, definiu Fabrícia Silva, 32 anos.

            Há quatro anos presa, a paraguaia Carla Cuevais, disse que finalmente chegou o dia que tanto esperava. Ao agradecer a gerente Paula pelo esforço, ela comemorou o fato de agora poder saber notícias da família, especialmente do filho pequeno. “Quero aproveitar essa oportunidade que estou tendo e sair daqui uma pessoa transformada”.

            Quem também ficou feliz de poder agora estar próxima da família é a frutalense Franciely de Souza Blunde. Segundo ela, foi muito difícil o tempo em que permaneceu em condições subumanas dividindo cela com outras 20 presas em Uberaba. Com uma nova perspectiva, ela faz planos e diz que sua vida agora é só bênçãos porque a APAC surgiu para regenerar e tornar as pessoas de bem.

(Zilma de Oliveira – Assessora de Imprensa APAC Frutal)

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